Shirley Jackson chega a Portugal através da Cavalo de Ferro com “Sempre Vivemos no Castelo”

A Cavalo de Ferro vai editar a 4 de Abril uma autora norte-americana até agora inédita em Portugal que considera estar ao nível de Flannery O’Connor. Trata-se de Shirley Jackson, que chega aos leitores portuguesas com o título o Sempre Vivemos no Castelo. (Na imagem o postal promocional da editora.)

Aqui fica o prometedor primeiro parágrafo: «Chamo-me Mary Katherine Blackwood. Tenho dezoito anos e vivo com a minha irmã Constance. É frequente pensar que se tivesse tido um pouco de sorte poderia ter nascido lobisomem, porque o anular e o dedo médio das minhas mãos têm o mesmo comprimento, mas tive de me contentar com aquilo que tenho. Não gosto de me lavar, nem de cães ou barulho. Gosto da minha irmã Constance, de Ricardo Coração de Leão e do Amanita phalloides, o cogumelo da morte.
Todas as outras pessoas da minha família estão mortas.»

5 pensamentos sobre “Shirley Jackson chega a Portugal através da Cavalo de Ferro com “Sempre Vivemos no Castelo”

    1. ruiazeredo

      Boa-tarde Amélia

      embora não me caiba a mim justificar a sinopse, enviada pela editora, como a reproduzi no meu blog sinto-me na obrigação de esclarecer que anular e anelar têm o mesmo significado segundo várias fontes. Uma deles é o dicionário da Porto Editora, como pode aqui ver:

      .anular
      ▪ anular1 v. declarar ou tornar nulo (…)
      ▪ anular2 adj. em forma de anel (…)
      anular2
      adjectivo uniforme em forma de anel;
      dedo anular dedo em que se usa o anel

      (Do lat. annuláre-, «id.»)

  1. Amália Barreiro

    Retiro o comentário.
    Penitencio-me por não ter confirmado no dicionário – pessoalmente, uso neste contexto apenas a forma que citei.

  2. Pingback: Tweets that mention Shirley Jackson chega a Portugal através da Cavalo de Ferro com “Sempre Vivemos no Castelo” « Porta-Livros -- Topsy.com

  3. Pedro Gaspar

    Caro Rui esta escritora, infelizmente já falecida, é das melhores autoras de livros de terror. Foi ela que escreveu The Haunting Of Hill House, mais conhecido por ter duas versões cinematográficas (nos anos 60 e nos anos 90) , A Casa Maldita ou Mansão. A velha história da atormentada Eleanor que vai passar uma temporada com um grupo de pessoas numa velha mansão de aspecto neo-gótico e acaba por ser a protagonista de uma novela de medo e suspense para além da imaginação.

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