Objectiva editou “Um grito de amor desde o centro do mundo”, do japonês Kyoichi Katayama

A Editora Objectiva editou recentemente três novas obras, entre as quais Um grito de amor desde o centro do mundo, de Kyoichi Katayama, considerado o romance japonês mais lido de todos os tempos. Os outros lançamentos foram Não há famílias perfeitas, de Marta Gautier, e O futuro Inventa-se, de António Câmara.

Um grito de amor desde o centro do mundo – Kyoichi Katayama
Sobre o livro: «Sakutarô e Aki conhecem-se na escola de uma pequena cidade japonesa. Ele é um adolescente engenhoso e sarcástico. Ela é inteligente, bonita e popular. Tornam-se amigos inseparáveis até que, um dia, Sakutarô começa a ver Aki com outros olhos. A amizade cúmplice transforma-se numa paixão arrebatadora. Juntos vivem uma história capaz de transtornar os sentidos e apagar as fronteiras entre a vida e a morte.»

O futuro Inventa-se – António Câmara
Sobre o livro: «Como se inventa o futuro? Que papel pode ter a universidade na invenção do futuro?
As propostas apresentadas no livro baseiam-se na experiência pessoal do autor como professor e investigador na Universidade Nova de Lisboa e em várias instituições de ensino universitário no estrangeiro. Decorrem ainda da sua experiência de uma década como líder da YDreams, um projecto empresarial de raiz universitária.
A relevância de O Futuro Inventa-se não se circunscreve ao mundo universitário.
Interessa a todos os que pretendem ser exploradores na vida científica, cívica e empresarial. A todos aqueles que querem contribuir para que o país tenha futuro.
Algumas das melhores instituições de ensino universitário a nível mundial perceberam há muito que devem ser as universidades a conceber e alimentar as indústrias do futuro, e a liderar o rumo da inovação científica e empresarial.
Este livro lança um desafio para que a universidade portuguesa assuma esse papel, deixando de se reduzir à função de local de ensino para se assumir também como centro cívico que promova o debate, a inovação e o empreendedorismo. Para que esse objectivo seja alcançado propõem-se mudanças no ensino, na investigação, gestão e ligação da universidade com a indústria.»

Não há famílias perfeitas – Marta Gautier
Sobre o livro: «O livro que vem destruir o mito da família perfeita.
“Juro ter os meus filhos penteados, limpos, bem vestidos, unhas cortadas, vacinas a tempo. Juro brincar com eles, ser uma mãe divertida, não andar em cima deles, ter vida própria… Juro ter a casa arrumada a cheirar a limpo, aquecida, moderna, com design, velas de cheiro… Juro ser sexy, gira, vestir-me bem, ter um rabo brasileiro, fazer sexo, comprar algemas… Juro ser companheira do meu marido, seduzir o meu marido, pôr batom para o meu marido… Juro solenemente.”
Com prefácio de Marcelo Rebelo de Sousa este livro, escrito num tom confessional e genuíno com que todas as mães se identificarão, ajudará as mães de hoje a perceber, com alívio, que não há nem pode haver famílias perfeitas.
A obra chama ainda a atenção para certos vícios e equívocos que se instalam nas relações familiares, e que, sem uma tomada de consciência, podem avolumar-se e agravar-se com o tempo.»

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