Novo romance de Mário Zambujal – “Uma Noite não são dias” – apresentado a 13 de Outubro por Nicolau Breyner

pla-noitezambujal“Uma Noite não são dias”, o tão aguardado novo livro de Mário Zambujal será apresentado a 13 de Outubro, no Cabaret Maxime, em Lisboa, às 18h30. A apresentação desta obra editada pela Planeta estará a cargo de Nicolau Breyner.
Antes de mais, convém reproduzir o aviso do autor sobre esta obra: “Se está mesmo na disposição de ler este livro, devo prevenir: não se trata de antecipação científica. Teríamos, nesse caso, um aluvião de sábios palpites que o futuro implacável acabaria por desmentir. Ao contrário, o que vai ler é uma história verídica, a ocorrer, garantidamente, no ano de 2044.
É possível que os inevitáveis cépticos e maldizentes tentem beliscar o rigor da narrativa, negando verosimilhança às novidades urbanas, técnicas e de costumes. Não importa, 2044 vem já aí. Depois conversamos.”
Segundo a editora Planeta, “Uma noite não são dias” é “uma crónica inteligente da época em que vivemos”. Para além disso, a perspectiva original sobre as presumíveis evoluções que encontramos caricaturadas na prosa ágil de Mário Zambujal “leva o leitor do sorriso à gargalhada”.

Sinopse: “Na Avenida Vertical, nome de uma torre habitacional de 98 andares, símbolo citadino do ‘esquisito ano de 2044’, ocorrem dois misteriosos assaltos: o roubo de um helicóptero no heliporto que encima o edifício e o roubo de uma coroa de uma rainha portuguesa na Praça das Artes, uma das várias praças interiores. Nesta atmosfera de mistério desfilam as personagens principais: Antony, um historiador, a mulher Grace e o amigo escultor, James.”

Planeta lança a 10 de Outubro (16h00) em Lisboa “O Destino do Capitão Blanc”, de Sérgio Luís de Carvalho

pla-capitaoblancA Planeta lança a 10 de Outubro, na Fnac Chiado, em Lisboa, “O Destino do Capitão Blanc”, um romance de Sérgio Luís de Carvalho baseado em factos históricos que, segundo a editora, “desvenda sombras da Primeira República e da Primeira Guerra”. A sessão de apresentação terá lugar às 16h00, e conta com a apresentação do romancista Miguel Real.
Sinopse: “Na 11.ª hora, do 11.º dia, do 11.º mês do ano de 1918, a escassos minutos do fim da Primeira Guerra Mundial, tem lugar, no Nordeste de França, um dos mais estranhos e inexplicáveis massacres de todo o conflito. O capitão português Luís d’Orey Blanc é testemunha e, de algum modo, vítima desse massacre. Enviado meses antes a França pelo próprio Sidónio Pais, no que era suposto ser uma mera missão político-militar, Blanc depressa se vê envolvido numa espiral de morte, de ajuste de contas, de memórias e de arrebatadoras paixões que vão para sempre mudar a sua vida.
Rigorosamente baseado em factos reais, este romance retrata a árdua vida nas trincheiras, as batalhas, as revoltas e o quotidiano de homens em luta, bem como o sofrimento das mulheres e as esperanças perdidas de toda uma geração, entre a guerra e o amor.”

Passatempo Editorial Presença – “Os Ensinamentos de Confúcio”, de Yu Dan

pre_ConfúcioO Porta-Livros vai realizar a partir de amanhã (29 de Setembro), em parceria com a Editorial Presença, um passatempo em que oferecerá três exemplares de “Os Ensinamentos de Confúcio – A Sabedoria antiga no mundo actual”, de Yu Dan, uma obra que fornece uma interpretação actual dos ensinamento de Confúcio, pensador chinês que terá nascido faz hoje 2560 anos. O livro será publicado a 7 de Outubro.
Temos para oferecer três exemplares deste livro, que serão oferecidos ao primeiro leitor que responda acertadamente a três questões relativas ao livro e a outro dois concorrentes através de sorteio. Participarão no sorteio todos os restantes concorrentes que acertem nas três questões e que respondam até às 23h59 de 7 de Outubro.
Esteja atento, às 11h00 de amanhã será lançado o passatempo.

Sinopse de “Os Ensinamentos de Confúcio – A Sabedoria antiga no mundo actual”, de Yu Dan: «Publicado originalmente na China, onde vendeu dez milhões de exemplares, esta obra dá-nos uma interpretação actual dos ensinamentos de Confúcio, restituindo-lhes a sua simplicidade original e resgatando-os do universo académico para os devolver ao leitor comum. Mas o que podem Confúcio e a sua sabedoria milenar ensinar-nos nos dias de hoje? Yu Dan ajuda-nos a descobrir em Confúcio orientações que nos permitem, através de uma aplicação prática, encontrar a felicidade espiritual, ajustar as nossas rotinas diárias e compreender o mundo agitado em que vivemos e qual o nosso lugar nele. É uma forma de estar na vida acessível a qualquer um de nós e que nos ensina a ser ‘a melhor versão possível de nós mesmos’.»

A autora:
Yu Dan é licenciada em Filosofia e Literatura. Tem um mestrado em Literatura Chinesa Antiga e é doutorada em estudos Cinematográficos e Televisivos. É professora na Universidade de Pequim, assistente na Faculdade de Artes e Comunicação e Directora do Departamento de Cinema e Televisão. “Os Ensinamentos de Confúcio”, que teve origem numa série de conferências televisivas de grande sucesso, foi um bestseller na China e encontra-se traduzido em diversos países.

“O Perito” – Robert Finn

ea-Perito“O Perito”, thriller do inglês Robert Finn editado pela Europa-América, é o típico exemplo de um livro que poderia ter ido mais além, mas que acabou por dar pouco para o que prometia. As comparações por alguns estabelecidas com as obras de Dan Brown, mas do que ajudar prejudicam. Ou melhor, ajudam à promoção, mas depois prejudicam quando em contacto com o produto final, já que as expectativas entretanto criados elevam bastante a fasquia.
O thriller tem bom ritmo, está escrito de uma forma simples que ajuda ao acompanhamento da acção e tem uma história de base que é cativante.
Um funcionário especial de uma seguradora londrina, David Braun, tem de investigar um estranho assalto que resultou na morte de dois dos criminosos envolvidos e tudo se complica depois de conversas com o dono da peça rara e misteriosa que fora roubada. Desconfiado, tanto da própria vítima roubo como de toda a envolvência do crime, David pede ajuda a uma investigadora norte-americana que estuda na Faculdade de Antiguidades de Londres para tentar resolver o mistério. Juntos, ele encarregue da acção e da força, ela da investigação literária, acabam por desvendar um segredo com séculos, que envolve uma força superior à capacidade humana de compreensão. E aqui, curiosamente, reside um dos pontos forte deste “O Perito”, pois apesar de lidar com elementos que praticamente se podem ligar à magia pura e simples, nem por isso o enredo perde credibilidade. A dupla de heróis depara-se então com uns seres que ganham superioridade sobre os outros humanos graças a uns objectos que lhes permitem, nomeadamente, regenerarem-se e rejuvenescerem. O objecto permite-lhes também criar uma redoma em redor de si que os torna invencíveis. Parece pouco credível, mas Robert Finn conseguiu incluir estes elementos com “naturalidade”, sem resvalar para o ridículo. O problema deste livro surge precisamente nas situações normais, ou seja, nas relações entre personagens. As piadas entre David e Susan, a dupla de protagonistas, tornam-se cansativas até porque são praticamente constantes, o que se torna mais inconveniente quando eles enfrentam situações sérias e complicadas (o caso torna-se mais grave se se tiver em consideração que a dupla só se conheceu na altura em que decorre a acção e tal à-vontade parece despropositado). Para além do mais, este tipo de piadas estende-se também aos diálogos que envolvem outras personagens, como a irmã de Susan ou um professor que até tem um papel determinante no desenvolver do enredo do romance. As personagens ganhariam também se fossem melhor construídas e elaboradas e fugissem mais da imagem típica que se tem deste tipo de protagonistas.
“O Perito” é assim um thriller que não apresenta nada de verdadeiramente inovador, mas também é preciso reconhecer que serve a sua função primordial de entreter… desde que não se espere um “Dan Brown”.

“O Relatório de Brodeck” – Philippe Claudel

asa-relatorio“Almas Cinzentas” e “A Neta do Senhor Linh” já tinham revelado todo o valor do escritor francês Philippe Claudel e agora “O Relatório de Brodeck” (Edições ASA) só vem confirmar o que já se sabia: trata-se de um romancista excepcional. Claudel não só escreve de forma primorosa, com detalhe e beleza sem nunca ser redundante nem cansativo, como conta histórias simples mas poderosas, onde analisa ao pormenor a mente e os comportamentos humanos, revelando-nos pormenores que podem ser assustadores sobre a condição humana. Basicamente, demonstra que cada um de nós, quando sob pressão, acaba por revelar todo o mal que transporta dentro de si.
A acção de “O Relatório de Brodeck” decorre num tempo e num espaço nunca indicados, mas não é difícil perceber as “colagens” à Segunda Guerra Mundial, aos campos de concentração e, principalmente, ao que cada um fez para poder sobreviver à crise, nem que para isso necessitasse de passar por cima dos outros e dos seus próprios princípios.
Brodeck é um escrivão que, após sobreviver a um campo de concentração, regressa à sua aldeia (em França?), onde vive desde criança, quando lá chegou, órfão e vítima de um outro massacre e de outras perseguições.
A aldeia esteve ocupada durante a guerra por uma das forças em contenda (que pode ser associada ao imaginário nazi) e a população, subserviente, tudo fez para agradar ao invasor, pensando em salvar a própria pele. Brodeck, entretanto, perante a passividade geral, fora enviado para um campo de concentração. Depois dos ocupantes terem partido em debandada com a derrota iminente, Brodeck regressou e acabou por ser aceite, muito para que os locais pudessem expiar o seu sentimento de culpa pelo colaboracionismo.
O que vem alterar a rotina podre da aldeia é a chegada de um estrangeiro, um homem misterioso mas com bons modos e hábitos estranhos, que deixam os locais de sobreaviso, principalmente porque o próprio pouco revela sobre si. Um dia, o estrangeiro exibe os retratos que pintou dos aldeãos durante a sua estadia, quadros pouco lisonjeiros, que os deixam atormentados. Assim, decidem matá-lo, com o beneplácito das autoridades. A Brodeck, aquele que dada a sua profissão de escrivão é o que melhor escreve na aldeia, cabe elaborar um relatório que branqueie o incidente. Só que ele não resiste a escrever um relatório paralelo, com a verdade, onde ao mesmo tempo vai intercalando a sua própria história pessoal naquela aldeia que o acolheu mas que sempre o tratou como alguém diferente, e vai revelando os segredos dos seus vizinhos.
Claudel é sublime na descrição das personalidades, das almas das pessoas, mas também dos ambientes bucólicos das paisagens rurais que preenchem este romance. Enquadra bem as personagens no ambiente criado para desenvolver a história, e faz da aldeia um ser vivo, onde pessoas, casas, pedras, paredes, árvores, animais, etc, todos, compõem este que é, afinal, o grande protagonista deste “O Relatório de Brodeck”.

“A Noite do Teu Aniversário”, de Lionel Shriver, já está à venda

ber-noiteA Bertrand lançou “A Noite do Teu Aniversário”, de Lionel Shriver, autora de “Temos de Falar Sobre o Kevin”, uma obra premiada e bastante elogiada pela crítica nacional e estrangeira.

Sobre o livro: “‘A Noite do Teu Aniversário’ é um livro provocatório. É um livro cru, sem rodeios, honesto, objectivo, capaz de gerar discussões que podem durar noites inteiras. Mais do que um retrato detalhado de uma densa relação e das personalidades que o compõem, o novo romance de Shriver é sobre as escolhas que se fazem a cada momento, em cada dia, e sobre as respectivas consequências.
No livro, tudo depende de um beijo. Irina está indecisa se avança ou não. Se trai o marido, a quilómetros de distância naquela noite, ou não. Se ignora o poder daquele homem ou se deve deixar-se levar por ele. Se finge que está tudo bem com a sua relação ou se faz o que tem vontade naquele momento.
É assim que começa este livro. E é assim que termina, diga-se. Até lá, Lionel Shriver divide o livro em narrativas paralelas, alternando capítulos sobre o que acontece na vida da protagonista a partir do momento em que esta decide beijar Ramsey e, simultaneamente, ao decidir não o fazer.”

“Irina McGovern, ilustradora de livros infantis, vive confortavelmente com Lawrence Trainer, e todos os verões almoçam com o jogador profissional de snooker Ramsey Acton, para celebrarem o aniversário deste. Certo ano, depois do divórcio de Ramsey e quando Lawrence, especialista em terrorismo, se encontra em Sarajevo, Irina e Ramsey jantam juntos, e depois de alguns cocktails e marijuana, Irina sente-se tentada a beijar Ramsey.
E agora? Trair ou não trair? Ambas as opções parecem acertadas, ambos os homens têm algo que cativa o leitor, ambas as situações têm vantagens e desvantagens mas haverá uma resposta perfeita no que às questões de amor diz respeito?”

Obra sobre Lobo Antunes nas novidades das Edições 70

e70-anarquiae70-alaAs Edições 70 apresentaram um pacote de novidades para Setembro, entre as quais se destaca “António Lobo Antunes”, de Ana Paula Arnaut. 

“António Lobo Antunes”, Ana Paula Arnaut
 “A postulação de António Lobo Antunes como autor do cânone não é prejudicada pelo facto de ele ser nosso contemporâneo. Nas suas obras surpreendemos temas, personagens, acções e valores que bem explicam um duplo sentido de reconhecimento que nelas e por causa delas cultivamos: reconhecimento enquanto identificação com aspectos significativos do nosso viver e da nossa memória colectiva, particularmente a que remete para as últimas três a quatro décadas do nosso tempo; reconhecimento enquanto testemunho de apreço de instituições e de leitores que por diversas formas têm formulado esse apreço. O presente estudo, assinado por Ana Paula Arnaut, confirma muito do que fica dito. Os leitores do autor de ‘As Naus’ – os que já o são e os que graças a este livro poderão vir a sê-lo – serão disso beneficiários certos.”, Carlos Reis 

“A Ética da Autenticidade”, Charles Taylor
“Esta primeira tradução para língua portuguesa de ‘A Ética da Autenticidade’ resulta da consideração de ser este um texto fundamental para a compreensão do pensamento de Charles Taylor. O que neste texto está presente interpela-nos a todos enquanto membros de uma comunidade, enquadrados por uma estrutura social e política, onde criamos, estabelecemos e desenvolvemos diversas pertenças que influem, decisivamente, na constituição e manifestação da nossa identidade. É certo que Charles Taylor é um filósofo que tem um interesse particular pelas questões da teoria política, interesse esse alimentado pela própria carreira política que chegou a iniciar, preocupado, sempre, em compreender e solucionar o problema da singularidade das identidades e da diversidade da sua coexistência dentro de uma mesma organização social.” 

“Anarquia, Estado e Utopia”, Robert Nozick
“Anarquia, Estado e Utopia é hoje um texto fundamental do moderno cânone filosófico ocidental, para muitos a obra de referência do libertarismo devido ao seu apelo a uma menor intervenção do Estado na vida das pessoas, consideradas por Nozick como um fim em si mesmo, logo na sua dimensão plena de indivíduos, recuperando a definição kantiana. Por outro lado, aquando da sua publicação, em 1975, a obra contestou as posições políticas e sociais predominantes – fossem elas liberais, socialistas ou conservadoras.
Pormenor curioso: sendo um texto de filosofia política, a obra foi galardoada com o National Book Award.” 

“As Andanças de Cândido”, Miguel Nogueira de Brito
Uma das características mais marcantes do pensamento político do século XX consiste na tentativa de se constituir como um pensar enquanto política e já não simplesmente como um teórico pensar sobre a política. É possível encontrar importantes concretizações desta tendência no pensamento de autores tão distintos como John Rawls e Hannah Arendt, entre outros. Estará aí presente, porventura, a consciência premente da necessidade de compreender o sentido da cadeia indissolúvel que liga todos os valores humanos: quando perseguimos um deles é desastroso perder de vista os demais, mesmo que não os possamos acomodar num sistema teórico coerente e válido para todos os casos. 

“Teoria da Música”, Joaquín Zamacois
“Obra de cariz essencialmente didáctico, esta ‘Teoria da Música’ desenvolve-se em sintonia com os seguintes princípios: exposição franca das divergências existentes entre os teóricos e uma posição realista perante as mesmas, critério eclético, abstenção de doutrinarismos pessoais e de terminologias inúteis, concisão das explicações.”

“O Voo do Golfinho”, de Ondjaki e Danuta Wojciechowska, apresentado a 30 de Setembro em Lisboa

cam-O_Voo_do_Golfinho_-_kO escritor Ondjaki e a ilustradora Danuta Wojciechowska vão apresentar no dia 30 de Setembro o seu livro infantil “O Voo do Golfinho”, recentemente publicado pela Editorial Caminho. O lançamento vai ter lugar pelas 18h30, na Livraria Pó-dos-Livros, em Lisboa.
Sobre “O Voo do Golfinho”: “E se todos tivéssemos o dom de mudar de corpo ao longo da vida? E se voar fosse mesmo possívelpara todos os que sempre desejaram ter asas? Esta é a estória de um golfinho que queria ser passarinho… Uma estória sobre a liberdade, para crianças a partir dos quatro anos.”

Bertrand lançou “O Mundo Perdido do Comunismo”, de Peter Molloy

ber-mundoA Bertrand lançou “O Mundo Perdido do Comunismo – História do Quotidiano do Outro Lado da Cortina de Ferro”, obra de Peter Molloy dedicada à passagem dos 20 anos da queda do Muro de Berlim, que ocorreu a 9 de Novembro de 1989.
Neste livro é possível encontrar testemunhos de membros de bandas punk, agentes secretos, stripers, ginastas, actrizes, escritores, cosmonautas, etc., numa linguagem acessível e descontraída.
Segundo a nora de imprensas divulgada pela Bertrand, “desde figuras internacionais e obscuros membros dos serviços secretos da Europa de Leste até cidadãos ‘comuns’, as vozes reunidas neste livro evocam o ambiente, as preocupações e experiências por trás da cortina de ferro, entre 1945 e 1989.
Com testemunhos, em primeira mão, de pessoas que viveram na Alemanha de Leste, Checoslováquia e Roménia durante a guerra-fria, ‘O Mundo Perdido do Comunismo’ revela assim uma riquíssima tapeçaria de experiências, todas fruto de um mundo que desapareceu da noite para o dia.”

Sepúlveda regressa a 2 de Outubro com “A Sombra do que Fomos”

sombraO tão esperado novo romance de Luis Sepúlveda, “A Sombra do que Fomos”, será lançado a 2 de Outubro pela Porto Editora, que, anuncia, se trata de “uma grande homenagem ao idealismo dos perdedores”.
A Sombra do que Fomos” conta, segundo o autor, “a história de exílios e gente banida, de sonhos desfeitos e ideais arruinados”, numa obra onde coabitam o humor, a ironia, a compaixão e o amor.

Sinopse: “Num velho armazém de um bairro popular de Santiago do Chile, três sexagenários esperam impacientes pela chegada de um quarto homem. Cacho Salinas, Lolo Garmendia e Lucho Arencibia, antigos militantes de esquerda derrotados pelo golpe de estado de Pinochet e condenados ao exílio, voltam a reunir-se trinta e cinco anos depois, convocados por Pedro Nolasco, um antigo camarada sob cujas ordens vão executar uma arrojada acção revolucionária. Mas quando Nolasco se dirige para o local do encontro é vítima de um golpe cego do destino e morre atingido por um gira-discos que insolitamente é lançado por uma janela, na sequência de uma desavença conjugal.”
Esta obra do escritor chileno ganhou Prémio Primavera de Romance de 2009.