“333”, de Pedro Sena-Lino, apresentado a 3 de Junho na Biblioteca Nacional

pe-333A 3 de Junho às 18h33m33s a Porto Editora dá a conhecer, na Biblioteca Nacional, em Lisboa, o romance “333”, do poeta, formador e investigador e agora romancista Pedro Sena-Lino.
Segundo a editora, “em ‘333’, a história secreta de um livro e de todos os que o leram, Sena-Lino mantém a abordagem iniciada há vários anos, através da poesia, a temas como a presença do sobrenatural no humano, os intercâmbios entre a vida anterior e a futura, os limites entre a morte e a vida. Para o escritor, este romance constitui uma “obra de Gratidão” a todos os livros que leu.
A actividade de Pedro Sena-Lino como investigador – estuda, para efeitos de doutoramento, a produção literária feminina portuguesa nos séculos XVI-XVIII – também está presente na obra: “Procurei que fosse uma homenagem às escritoras esquecidas do período”.
No dia 3 de Junho, na Biblioteca Nacional, o lançamento do romance promete ser original. No átrio, é servido um cocktail e decorrem encenações de partes do enredo; os três actores pertencem ao Grupo de Teatro da Nova. Num pequeno auditório contíguo ao átrio, tem lugar uma conferência sobre Mulheres Escritoras (Séculos XVI–XVII) por Vanda Anastácio da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. No espaço vizinho da Livraria Guimarães os escritores Rui Zink e Alexandre Nave e as actrizes Laura Soveral e Maria do Céu Guerra lêem excertos da obra. Tudo acontece em simultâneo. No final Pedro Sena-Lino protagoniza uma sessão de autógrafos.

Carlos Almeida – Entrevista a propósito de “Os Senhores da Vida e da Morte”

carlosalmeidafotoCarlos Almeida, autor de “Os Senhores da Vida e da Morte”, obra recentemente editada pela Mill Books, deu uma entrevista ao Porta-Livros onde falou precisamente do seu livro, um romance muito intenso e doloroso onde a morte é a protagonista, exaltando, por consequência, o valor da vida. Carlos Almeida revelou para chegar a este romance se inspirou num caso vivido por si de perto e alertou que é necessário dar uma outra atenção à vida.

As experiências relatadas no romance são muito intensas, muito reais. São experiências vividas por si no seu dia-a-dia, ou seja, baseou-se em casos reais que conhecia?
Sim. Nós somos o retrato daquilo que vivemos, e penso que quando escrevo não posso escapar às sensações que um dia vivi, acompanhei, retratando-as no papel. Mas neste caso, tinha de ser assim, pois para poder descrever a morte e a vida no seu expoente máximo tive de descrever uma situação que acompanhei de perto, e está retratada na história de André. Claro que a própria é depois trabalhada de forma a estar enquadrada no desenrolar do livro. Mas também quero acrescentar que gosto de escrever sensorialmente, pois tenho de sentir o que escrevo.

Fez algum tempo de investigação, desde leituras a entrevistas?
A investigação para este livro passou pelo reunir de uma história, como atrás referi, que acompanhei, mas também de conversas que tenho tido ao longo dos anos com médicos, juristas, pessoas anónimas no seu geral, sobre o tema Vida e Morte, nos seus vários pontos de vista (eutanásia, religião e a morte, etc.) e assim criei este enredo que tem “Os Senhores da Vida e da Morte”. Quanto a livros, não escondo que “As Intermitências da Morte” de Saramago foi também um complemento de ideias para conceber esta obra. Adoro o seu início, o dia em que ninguém morreu…

O que o estimulou a escrever sobre este tema, a morte por oposição (ou complemento) à vida?
O tema vida é dos que gosto muito de debater. Não do ponto de vista esotérico, ou pela discussão sócio-religiosa, mas sim pela simplicidade da sua riqueza, afinal a vida é a maior das riquezas que temos e tantas vezes a tratamos mal. Mas a vida sem a morte não pode existir, são duas verdades que vivem ligadas, entrelaçadas na nossa existência. Algo que sempre me fez uma real confusão, foi verificar que as pessoas teimam em dar o real valor à vida quando estão perante a morte. Desperdiçam a vida em coisas fúteis, vazias, sem vida, e depois, quando estão perante a morte, lembram-se que estão vivos. Mas no meio disto, vão desenvolvendo um enorme medo da morte, o que as faz estarem cada vez mais distantes da vida. Concordo consigo, a morte é um complemento à vida e temos de aceitar isso, com o medo natural de se gostar tanto de viver que não se quer morrer cedo. Só assim teremos a capacidade de olhar a vida com o agrado que ela merece. Mas estamos sempre a tempo de aceitar a morte. E aqui entra outro ponto que me levou a escrever este livro, onde está afinal a vida, mesmo depois da morte? Ao longo da História da Humanidade, o Homem foi dando demasiada importância ao corpo, por isso se venera tanto um corpo na morte, e por isso existe a necessidade de existirem locais de “culto” como os cemitérios (para mim apenas locais para perpetuar a dor da perda). Mas seremos nós apenas corpos? Penso que somos muito mais do que isso. Somos uma essência, que vive para lá do corpo. Costumo dizer que existe uma diferença entre morrer e falecer. Morrer é estarmos sós por completo na essência dos sentimentos, mesmo que ainda exista um corpo vivo, mas falecer é estarmos bem vivos na essência dos sentimentos, mas infelizmente o corpo já não existe. E isto está retratado no belíssimo poema do Henry Scott Holland, que um dia li num editorial da Laurinda Alves, na extinta (infelizmente) revista XIS. E nesse dia foi quando começou a semente desta obra. Temos de aprender a encontrar as pessoas, depois da partida do corpo, na essência dos sentimentos, ou seja, eu hoje encontro aqueles que já não têm o seu corpo vivo perto do meu, nas mais variadas formas, no vento, no sol pela manhã, numa música que escutamos, num local onde estivemos, numa simples conversa que tivemos… e isso é a vida. E eles continuam todos vivos, tomaram foi outra forma, outro “corpo”. Uma confissão, eu praticamente evito ir a funerais… porque é que temos de fazer o dito luto numa celebração de enterro completo de alguém que amámos e ainda amamos? Temos é de guardar a sua existência viva e repleta de essência desse mesmo amor.

Tratou-se de um processo muito doloroso escrever sobre esta temática? Pergunto isto porque pode ser doloroso ler o seu livro.
Não escondo que a história de André foi difícil. Mas foi também quase uma forma que encontrei para exprimir a dor que senti, porque mesmo que a essência seja fundamental, o corpo também o é, e precisava de o fazer. Mas tinha de ser escrito assim, senão não conseguiria o meu grande objectivo, que era pôr as pessoas a pensar sobre este tema, vida e morte, e para isso por vezes é necessário ser quase cruel nas descrições e forte nas sensações. Tinha de ser esta forma crua, nua e pura de relatar a morte, mas também a vida, para conseguir o meu objectivo.

Pensa na sua própria morte e como eventualmente a vai encarar?
Claro que penso. Como a vou encarar é que não sei, porque, como diz Agostinho da Silva, como podemos falar de algo que desconhecemos? É uma certeza, por isso prefiro viver da forma mais intensa que puder e depois quando chegar a morte, chegou.

mb-srs corvosmb-senhores1O seu livro tem uma particularidade que vai para além do conteúdo – tem duas capas distintas. Como surgiu esta ideia e já agora qual a sua preferida?
Bem, começo pelo fim da questão, se não se importa. A minha preferida é a capa das mãos, mas apenas porque acompanhei mais de perto a sua concepção. Quanto à dos corvos, gosto da capa, e fiquei a gostar ainda mais depois de a ter visto ao vivo. São as duas excelentes capas. A ideia surgiu depois de uma sugestão do Luís Miguel Rocha (editor) de ter duas capas que retratassem os dois senhores, o Senhor da Vida (mãos, ligações) e o Senhor da Morte (Corvos), e deixarmos a escolha ao leitor, segundo o seu estado de espírito. Gostei desde logo da ideia e assim ficaram as duas capas.

Qual foi a sensação de ter um livro à venda? Como tem vivido estes primeiros tempos de autor com obra publicada? Está a corresponder às suas expectativas?
A sensação de ter um livro à venda não é propriamente nova, pois este já é o meu segundo livro, depois do “11-M, o 11 de Março em Madrid”. Mas agora tudo é diferente, pois a Mill Books é uma editora de carácter nacional, outra dimensão que ainda não tinha vivido, e por aí está a ser fantástico. Estes dias têm sido intensos, pois ter de gerir sensações fortes por vezes não é fácil, mas vai-se aprendendo com os anos. Está a corresponder às minhas expectativas, porque quem tem lido não fica indiferente, e estamos a levar o livro ao maior número de pessoas. No próximo dia 30 de Maio, em Gaia, vou ter uma apresentação interessante na Almedina do Arrábida Shopping, com a presença do Prof. Daniel Serrão e do jornalista Alberto Serra. Acho que isto responde da melhor maneira às minhas expectativas… em alta.

Já tem novos projectos a nível de escrita?
Sim, estou neste momento a iniciar dois novos livros. Vou dar preferência a um que penso que irá mexer consciências religiosas. Fala como as religiões vieram mais para separar os homens do que para uni-los. O segundo é o anónimo na construção das nações ibéricas, mas ficará um pouco para mais tarde.

Quais são as suas influências literárias?
Eu costumo dizer que a minha maior influência literária é um papel em branco, pois não consigo passar sem escrever nele algo. Mas claro que tenho as minhas ligações literárias, mais latinas: Gabriel García Marquez, Mario Vargas Llosa, Camilo José Cela e o filósofo espanhol Miguel de Unamuno. Portugueses, Agustina Bessa-Luís e José Cardoso Pires, sem dúvida.

É um novo autor no panorama literário português. Não quer apresentar-se brevemente aos seus leitores ou futuros leitores?
Defendo que um livro é uma semente que se deita na terra personalizada pelo papel, que se rega com frases e palavras, vai-se alimentando com histórias e quando a árvore der fruto, então o livro está pronto. Eu sou um jardineiro de letras, e quero com a minha escrita transformar os momentos de leitura das pessoas em sensações, em sentimentos fortes e duradoiros, em ligações. Uma reflexão por instantes ao ler um dos meus livros, é sinal que o fruto da árvore é gostoso e maduro. Quero dizer às pessoas que é possível vivermos a vida como uma poesia, transformando o tempo numa estrofe humanista e virtuosa pelos sonhos, porque o poeta sempre defendeu que o sonho comanda a vida. E termino apenas dizendo que se escreve muito bem em Portugal, no nosso belo e altivo português.

Europa-América regressa aos livros de bolso com Stendhal, Quinto e Marco Cícero e Plutarco

ea-manualea-privilegiosAs Publicações Europa-América retomaram a edição de livros de bolso e para começar editaram três obras: “Os Privilégios”, de Stendhal, “Pequeno Manual de Campanha Eleitoral ­ seguido de ‘Carta a Ático’ e de ‘Defesa de Murena’”, de Quinto e Marco Cícero, e “Como tirar partido dos seus inimigos ­ seguido de ‘Como distinguir um bajulador de um amigo’”, de Plutarco.
“Os Privilégios” é uma obra póstuma de Stendhal com cariz marcadamente autobiográfico. Trata-se de um livro durante muitos anos renegado e esquecido por entre as outras obras-primas do autor, por revelar uma outra faceta deste cultor das paixões humanas e do “egotismo”. É um texto estruturado em vinte e três artigos, como se tivessem sido ditados por um “God” que o teria visitado durante o sono. Stendhal tem a oportunidade de se reencontrar com todos os seus desejos, todos, mesmo os mais íntimos, mesmo os mais ousados, mesmo os mais secretos.
Em “Pequeno Manual de Campanha Eleitoral”, obra redigida em 64-65, aquando da disputa de seu irmão, Marco Cícero, por um lugar no Senado, Quinto Cícero indica o caminho que todo e qualquer candidato deve seguir de forma a atingir o seu objectivo.
“Como tirar partido dos seus inimigos ­ seguido de ‘Como distinguir um bajulador de um amigo’”, de Plutarco (66 d. C.-120 d.C), são dois tratados onde o autor, fiel ao seu estilo livre e espontâneo, mistura toda a sua arte de um eloquente erudito e todo o seu génio humorista, ao integrar oportunamente episódios anedóticos, mitológicos e de discussão, apresentados segundo os princípios da elegância, do rigor e da boa educação.
Segundo a editora, “nestes dois tratados, Plutarco mostra ao Homem de Estado ou simplesmente ao Homem Comum a forma como um verdadeiro estratega pode, em circunstâncias adversas, usar em seu proveito e a seu favor as críticas, as difamações, as injúrias e as calúnias dos seus inimigos pessoais.”

Bertrand lançou “De Alma e Coração”, de Maeve Binchy, obra seleccionada pelo Oprah Book Club

ber-almaA Bertrand Editora lançou “De Alma e Coração”, obra seleccionada pelo Oprah Book Club e assinada por Maeve Binchy, autora de “Uma Casa na Irlanda” e “Noite de Chuva e Estrelas”.
Em “De Alma e Coração” surgem, segundo a editora, os ingredientes habituais: “pessoas ditas normais, vidas ditas vulgares, histórias em tudo especiais.”
Clara Casey tem muito com que se ocupar. A sua filha Adi vive numa eterna luta contra ou a favor de alguma causa: o ambiente, as baleias ou a criação de animais ao ar livre. Linda, a outra filha, especializou-se em relações falhadas.
Segundo a sinopse da obra, Clara tem ainda vindo a receber “uma indesejada atenção por parte do ex-marido e confiaram-lhe a inglória tarefa de montar uma clínica com escassos fundos. Não tarda, contudo, a que aquela clínica se torne um elemento essencial da comunidade, trazendo para o local novas pessoas, com as suas histórias, os seus objectivos e os seus sonhos.”
Outros lançamentos da Bertrand foram “Dieta do Limão”, de Theresa Cheung, autora especializada em nutrição e saúde feminina, e “Voando Com os Pés na Terra”, de António Câmara, “um livro que ensina a vencer a ausência de perspectiva, a aversão ao risco, a falta de confiança e a tendência para criticar em vez de gerar ideias”.

Leya oferece Colecção BIS em passatempo alusivo à Feira do Livro do Porto

ley-trumanPara assinalar chegada da Feira do Livro do Porto a Leya oferece uma colecção BIS, composta por 45 títulos, a quem escrever a melhor frase que integre “Feira do Livro do Porto”, “BIS” e “Leya”.
A melhor frase, cuja escolha é anunciada a 4 de Junho, será exposta na Feira do Livro do Porto.
Quem quiser concorrer pode enviar a sua frase para bisleya@sapo.pt até ao dia 2 de Junho.
Os detalhes podem ser consultados em: http://bisleya.blogs.sapo.pt/29618.html
Já agora refira-se que em Maio esta colecção cresceu com quinze novos volumes:

Eça de Queirós – A Cidade e as Serras
Mário de Carvalho – A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho
Raul Brandão – A Morte do Palhaço e o Mistério da Árvore
Arthur Conan Doyle  Aventuras de Sherlock Holmes
Daniel Defoe – As Aventuras de Robinson Crusoe
Adolfo Coelho – Contos Populares Portugueses
Rodrigues Guedes de Carvalho – Daqui a Nada
 Mary Shelley – Frankenstein
Alves Redol – Gaibéus
Franz Kafka – O Processo
Helena Marques – O Último Cais
Inês Pedrosa – Nas Tuas Mãos
José Cardoso Pires – O Anjo Ancorado
Vinicius de Moraes – O Operário em Construção
Truman Capote – Travessia de Verão

“A Seita”, novo volume da colecção CHERUB, chega a 28 de Maio

pe-cherubA Porto Editora lança a 28 de Maio o novo livro da colecção CHERUB, “A Seita”, assinado por Robert Muchamore.
A CHERUB é o braço juvenil dos serviços secretos britânicos (MI5). O grupo foi criado a partir do pressuposto de que nenhum criminoso desconfiaria de que crianças perfeitamente normais pudessem ser espiões.
Em “A Seita”, quinto volume da série, James e os seus colegas infiltram-se num culto australiano, Os Sobreviventes, depois de descobrirem indícios de uma potencial ligação ao grupo terrorista Ajudem a Terra. O quartel-general do culto está completamente isolado no deserto australiano e James será obrigado a obedecer às rígidas regras por que o culto é famoso e resistir às técnicas de lavagem cerebral que usa para cativar os seus seguidores. James terá de combater terroristas e ao mesmo tempo lutar para preservar a sua sanidade.
Ciente do grande sucesso que esta série criada pelo inglês Robert Muchamore tem conhecido entre os jovens, a Porto Editora preparou uma grande campanha de divulgação, assente num megapassatempo.

Mais informações em: http://www.mundocherub.com/newsletter/mch0015.htm

Presença lança “Memória de Tubarão” e “O Império dos Dragões”

pre-tubaraopre-dragoesA Editorial Presença lançou na segunda quinzena de Maio uma série de novidades, entre as quais se destacam, a nível de ficção, dois romances: “Memória de Tubarão”, de Steven Hall, e “O Império dos Dragões”, de Valerio Massimo Manfredi.
Em “Memória de Tubarão” um homem acorda num quarto desconhecido sem saber quem é. Depois encontra um documento, onde está um nome e uma fotografia. Uma carta ali deixada sugere-lhe que contacte uma psicóloga, que o ajudará a perceber a situação. Fica então a saber que sofre de um choque traumático na sequência da morte da namorada ocorrida três anos antes. Segundo a sinopse da obra, o protagonista “vai recebendo cartas do seu ‘eu’ anterior até que um dia, diante do ecrã de televisão, é atacado por uma criatura poderosíssima que o arrasta para um tempestuoso mar negro…”
“O Império dos Dragões” é um romance histórico situado no ano de 260 d.C. na cidade de Edessa, que é assediada pelo exército persa. O imperador romano, Licínio Valeriano, aceita encontrar-se com Sapor I, rei dos persas, para chegarem a um acordo de paz, mas a proposta do seu adversário vinha envenenada, e Valeriano e o seu séquito caem numa emboscada que lhes custará a liberdade e a vida do próprio imperador.
Destaque ainda para “O Melhor Lugar do Mundo é Aqui Mesmo”, de Care Santos e Francesc Miralles, “O Conflito Global ou a Guerra da Prosperidade”, de Gabor Steingart, “A Arte do Poder”, de Thich Nhat Hanh, e, para as crianças, “Um Mundo Mais Verde! – O Que Podes Fazer Para Melhorar o Ambiente”.

“O Caso das Mangas Explosivas” ganha Commonwealth Writer’s Prize para primeira obra

pe-hanif_mohammed_coverO romance “O Caso das Mangas Explosivas”, da autoria do escritor paquistanês Mohammed Hanif, conquistou o Commonwealth Writer’s Prize para uma primeira obra, anunciou a Porto Editora, que irá lançar a obra em Julho no mercado português.
O livro já fora nomeado para o Booker Prize de 2008 e para o Guardian First Book Award, e a crítica considerou a obra como brilhante e audaz.

Bertrand reedita “Vasto Mar de Sargaços”, de Jean Rhys

vms.aiA Bertrand reedita a 22 de Maio o clássico da literatura mundial “Vasto Mar de Sargaços”, de Jean Rhys. Este romance, que venceu o Royal Society of Literature Award e o W.H. Smith Award, relata as desventuras de Antoinette Cosway, uma herdeira crioula nascida numa sociedade colonialista e opressiva numa altura em que as famílias brancas viviam mergulhadas entre fumos de feitiçaria negra e revoltas de escravos.
Perdida entre estranhos nas Antilhas, vítima de diversos infortúnios familiares e minada pela incompreensão e desprezo do marido, Antoinette vai perdendo tudo o que amava, pondo em causa o seu o equilíbrio mental.
“Vasto Mar de Sargaços” é escrito a três vozes – a primeira e a última partes por Antoinette e a segunda pelo seu marido Rochester.