“Grandes Batalhas Navais Portuguesas” apresentado a 28 de Maio no Museu da Marinha

el-batalhas navaisO Pavilhão das Galeotas, no Museu da Marinha, em Lisboa, acolhe a 28 de Maio (quinta-feira) a apresentação da obra “Grandes Batalhas Navais Portuguesas – Os combates que marcaram a História de Portugal”.
A obra, assinada por José António Rodrigues (actual director do Museu da Marinha) e editada pela Esfera dos Livros, será apresentada a partir das 18h30 pelo contra-almirante José Luís Leiria Pinto.
Neste livro, António Rodrigues Pereira traça um retrato detalhado de 39 grandes combates navais que marcaram a nossa história.
O livro, com cerca de 400 paginas, tem mais de 50 mapas, esquemas de batalhas e uma colecção rica de imagens e, segundo a sinopse, relata com precisão e rigor histórico o desenvolvimento marítimo português, os conhecimentos científicos das artes de navegação adquiridos ao longo de séculos, o domínio dos ventos e dos mares, a evolução da nossa construção naval e das nossas embarcações e a bravura dos nossos navegadores e estrategos militares.

Um pensamento sobre ““Grandes Batalhas Navais Portuguesas” apresentado a 28 de Maio no Museu da Marinha

  1. Antonio Angeja

    Estou lendo o livro e infelizmente não encontro nada do que historiadores e escritores crediveis, nacionais e estrangeiros, dizem sobre os nossos descobrimentos e mesmo o que nos demonstra a historia tragico-maritima, Eça de Queiroz e Luis de Albuquerque.
    Fala-se do KAMAL como um instrumento rudimentar esquecendo que ele foi utilizado pelo piloto arabe que levou os Gamas à India. Diz-se que o povo da Madeira tem origem só no Algarve quando se sabe hoje que não é verdade…até temos na Madeira um RONALDO AVEIRO e desde o primeiro momento a região de Aveiro forneceu nos seus navios os potes chamados «PÃODE AÇUCAR» destinados a filtrar o dito….e até os engenhos de açucar funcionavam com LEVADAS que tambem se utilizam nesta região para fazer funcionar as azenhas….Falando da dita Escola de Sagres penso, como pensa hoje muita gente, que ela não existiu e os pilotos dos navios eram pessoas do povo, mareantes e pescadores, que aprendiam a navegar desde jovens no mar….e os capitães eram na sua maioria simples homens de armas.
    Como poderia o Infante D.Henrique ter tanto protagonismo nas descobertas se em TANGER, apesar dos muitos conselhos de verdadeiros combatentes, perdeu vergonhosamente a batalha e sacrificou um dos irmãos nas masmorras sarracenas e tambem se pode ver que as descobertas tiveram andamento enquanto o Infante D. PEDRO governou Portugal… depois da sua morte, com o fraco rei que foi D. Afonso V quem continuou a patrocinar os descobrimentos foram os MERCADORES…e só com D. JOÃO II se começaram a fazer mapas e foi criado, a partir do astrolabio astrologico arabe, o astrolabio nautico em que a menor divisão angular – o grau – equivalia a cerca de cem quilometros de costa. Lembro que em meados do Sec XVII ainda se continuava a aconselhar os mareantes a utilizar a BALESTILHA.

    ACHO QUE NOS DEVEMOS ORGULHAR DO QUE FOI FEITO NAS DESCOBERTAS, ONDE PERDEMOS QUASE METADE DA POPULAÇÃO…..MAS ELAS TEM QUE SER OLHADAS COM REALIDADE E DEVE SER DADO AO POVO ANONIMO O SEU VALOR.

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