Correntes D’Escritas em Lisboa (Programa)

17 de Fevereiro – Instituto Cervantes

18h30

11.ª MESA: Cada Homem é uma Língua

Antonio Garrido

Casimiro de Brito

Dulce Maria Cardoso

Ignacio del Valle

José Manuel Fajardo

Ondjaki

Vergílio Alberto Vieira – moderador

 

18 de Fevereiro – Casa da América Latina

18h30

12.ª MESA: Apenas à literatura é dada esperança

Antonio Sarabia

Héctor Abad Faciolince

João Paulo Cuenca

Oscar Málaga Gallegos

Maria Armandina Maia – moderadora

Novidades Saída de Emergência (Fevereiro)

capa_Caderno Secreto Leonardo.aiA Saída de Emergência lança a 20 de Fevereiro “O Caderno Secreto de Leonardo”, a primeira parte do romance “A Catedral da Memória”, de Jack Dann. Trata-se uma fantasia histórica que, através da combinação de factos com ficção, recria a magia da Itália Renascentista ao mesmo tempo que oferece uma história secreta de um ano na vida de Leonardo Da Vinci.

Na Florença do século XV, Leonardo leva uma vida de artista, mas um inimigo implacável conspira a sua queda. Assim, o artista é forçado a abandonar a cidade onde nasceu para iniciar uma viagem mística que poderia ter sido real.

Ainda em Fevereiro a Saída de Emergência lança “Nunca te Perdi”, o novo romance de Linda Howard, autora romântica de enorme sucesso em todo o mundo, que em Portugal já tem editado “Um Beijo na Escuridão”.

A editora Chá das Cinco, do grupo Saída de Emergência, lança também em Fevereiro “Fama Mortal”, de J. D. Robb, ou seja, Nora Roberts, já que este é o pseudónimo que utiliza na série futurista policial à qual pertence este livro. Desta vez a protagonista Eve Dallas é envolvida no perigoso mundo da moda e das drogas.

A Chá das Cinco, entretanto, introduz com o romance “Leva-me Esta Noite” uma nova autora portuguesa, Cristina Flora. É a história de dois irmãos luso-italianos, donos de uma loja de antiguidades no Chiado, que se envolvem num enredo de crime e falsas aparências. Ao fim de algum tempo vai surgir a questão: quem e porquê roubou as jóias da coroa portuguesa do museu de Haia, na Holanda?

“Salomão – O Elefante Diplomata” – Jorge Nascimento Rodrigues e Tessaleno Devezas

elefanteSalomão, o elefante diplomata, ganhou nos últimos tempos em Portugal um protagonismo que só terá sido ultrapassado pela loucura e euforia que provocou quando viajou entre a Índia e Viena da Áustria, desempenhando o cargo de diplomata do rei João III. Esta recente vaga de fama veio na sequência do protagonismo que lhe é dado na obra de José Saramago “A Viagem do Elefante”.

Por tudo isso, torna-se quase imprescindível, para quem se interessa pelo assunto, claro, ler “Salomão – O Elefante Diplomata”, um pequeno mas cativante livro da autoria de Jorge Nascimento Rodrigues e Tessaleno Devezas sobre paquidermes. Sim, Salomão não foi o único diplomata especial, já que também há que contar com Annone, um elefante branco, e Ganda, um rinoceronte. Todos eles protagonizaram verdadeiras jogadas de marketing político. Levavam ao comum europeu a magia de novas e distantes terras e com isso arrastaram multidões eufóricas ao longo dos respectivos percursos.

É precisamente sobre estes três grandes “diplomatas” que versa esta obra, editada pelo centro Atlântico.

Salomão é, naturalmente, o mais famoso. Foi oferecido por João III ao sobrinho Maximiliano, rei da Boémia e da Hungria e príncipe do Sacro Império Romano-Germânico. Em 1552 seguiu de Génova, onde chegou de barco, até aos Alpes tiroleses, passando pelos rios Inn e Danúbio. Foi recebido de forma apoteótica em Viena, onde a população saiu à rua para ver o elefante indiano.

Annone era um elefante branco, oferecido por D. Manuel I ao Papa Leão X, em 1514. Foi considerada a maior operação de marketing dos tempos medievais a embaixada que o monarca português enviou a Roma, que incluía o elefante, entre muitos outros animais exóticos.

Ganda (assim se chama por não ter sido baptizado e por esta ser a palavra indiana para rinoceronte), não chegou com vida a Roma, mas pelo caminho, em Marselha, maravilhou o rei francês, curiosamente um dos inimigos do soberano português. O rinoceronte destinava-se a Leão X, igualmente oferecido por D. Manuel I, mas o barco que o transportava terá naufragado no Mediterrâneo em inícios de 1516.

Neste livro podem ser lidos episódios e histórias sobre as viagens, uns documentados outros imaginados (às vezes há varias versões para a mesma situação), apoiados numa escrita simples e compreensível, sem, contudo, deixar de lado a qualidade. Há descrições detalhadas, vivas, coloridas, mas sem cair em exageros mais próprios da ficção. Em momento algum este livro esquece as suas funções didácticas. Por isso mesmo, não faltam blocos destinados a proporcionar o devido enquadramento histórico ou os perfis dos protagonistas das respectivas épocas. Mesmo para quem pouco sabe ou percebe de história, esta será sempre uma leitura agradável, já que são dadas todas as pistas para se compreender o que se passava na altura em que os paquidermes fizeram as suas longas travessias.

Há contudo, pontas que, inevitavelmente, ficam soltas, nomeadamente em relação a Salomão, já que se desconhece, até hoje, o porquê desta enorme oferta a Maximiliano, sendo apresentadas pelos autores três versões possíveis.

A leitura de “Salomão – O Elefante Diplomata” permite ainda que nos apercebamos da repercussão que tiveram as viagens destes três paquidermes, já que ao longo do caminho foram várias as marcas que deixaram. Painéis alusivos à passagem por determinadas terras, nomes de hospedarias, restaurantes, etc. Aliás, foi ao jantar num restaurante chamado “Elefante”, em Salzburgo, na Áustria, que José Saramago conheceu esta história e teve a ideia de escrever o seu romance.

“Palestina” – Joe Sacco

joe-sacco-palestinanacao1“Palestina”, nos seus dois volumes – “Uma Nação Ocupada” e “Na Faixa de Gaza” –, é uma obra-prima da banda desenhada para adultos, da autoria do cartoonista e jornalista norte-americano, Joe Sacco, que há cerca de dezasseis anos passou dois meses com palestinianos nos territórios ocupados. Dessa temporada, durante a qual viajou e tomou notas, resultou um grande manancial de informação que Sacco resolveu transformar numa espécie de grande reportagem em banda desenhada.

O resultado foi notável, criando uma história dura e polémica a preto e branco que retrata de forma implacável a vida nos territórios ocupados. O incrível é que tantos anos depois da sua passagem pela Palestina o tema continue actual. Isso pode comprovar-se através da edição dos dois volumes de “Palestina”, uma iniciativa da MaisBD em parceira com a Devir.

“Uma Nação Ocupada”, na versão portuguesa, vem enriquecido com um prefácio de Mário Soares, onde este destaca que a obra nos faz acompanhar “como se lá estivéssemos, o quotidiano, as condições de vida, as alegrias e as tristezas daquele Povo em conflito cruento”. Destaca ainda o ex-presidente da República que “Palestina” “oferece suficiente informação histórica e política para que o leitor julgue por si mesmo uma situação que representa um martírio, há demasiado tempo, não só para a Palestina mas para todo o Médio Oriente”. Mário Soares confessa não ser um amante de BD, mas sentiu-se irremediavelmente atraído por esta obra. E tal não é difícil de compreender. “Palestina”, no seu todo, está bastante completo. Logo a abrir, traz um texto com os antecedentes do conflito palestiniano, abrindo depois a BD propriamente dita com uma cena no sempre confuso Cairo, onde decorre uma conversa sobre amor e muçulmanos. É apenas o ponto de partida para a longa viagem proporcionada por Sacco, que nos faz entrar na vida das personagens, ou seja os dramas da perda, da raiva, da incompreensão, da guerra, das bombas, dos atentados, das torturas, tudo através de um relato quase jornalístico, que só dá credibilidade a esta terrível história.

“Na Faixa de Gaza”, o segundo volume, traz um prefácio de Joe Sacco, assinado em Julho de 2001, onde faz uma previsão nada animadora: “Os povos israelita e palestiniano continuarão a matar-se um ao outro em escaramuças menores ou com devastadora violência (…) até ao facto essencial, a ocupação israelita, ser tratada como matéria de direito internacional e dos elementares direitos humanos.” Este volume tem um prefácio de Edward Said, advogado defensor da causa palestiniana falecido em Setembro de 2003. A começou por ser publicada nos Estados Unidos da América em fascículos, o que sucedeu entre 1993 e 1995. Mais tarde foi reeditada em dois volumes, seguindo-se a edição num álbum só. Em 1996, “Palestina” venceu o American Book Award, feito pela primeira vez alcançado por um livro de BD.

O autor
O cartoonista norte-americano Joe Sacco nasceu em Malta, mas vive nos Estados Unidos, onde é também jornalista. Em 1981 fez o bacharelato em jornalismo na Universidade de Oregon e cinco anos mais tarde mudou-se para Los Angeles e começou a trabalhar na Fantagraphics Books. Aqui editou a secção de notícias do The Comics Journal e criou uma revista satírica de BD. Entre 1988 e 1992 viajou por todo o mundo e daí resultou o título “Yahoo”. Regressou, então, ao seu país de origem, Malta, e depois partiu em digressão com uma banda rock. Viveu depois em Berlim e no final de 1991 e início de 1992 passou dois meses em Israel e nos territórios ocupados, onde se documentou para elaborar “Palestina”, que começou a publicar em 1993. O seu trabalho obteve um grande reconhecimento do público e da crítica e foi publicado em numerosas publicações. Depois concebeu o conto “Christmas With Karadzic”, uma obra que lhe valeu ser protagonista de uma grande reportagem no New York Times em 1999. A seguir fez “Safe Area Goradze”. Em 1998 foi contratado pela revista Magazine para fazer a cobertura dos julgamentos de crimes de guerra na Bósnia. A sua peça foi considerada uma das melhores peças de jornalismo da história da revista. Logo a seguir, Joe Sacco foi enviado em tournée com R.L. Burnside, um veterano dos blues do Mississipi. Em Maio de 2000 terminou a sua primeira grande obra pós-“Palestina”, um trabalho sobre o enclave muçulmano de Gorazde na Sérvia inspirado nas suas viagens na região devastada pela guerra. O livro voltou a ser mais um grande sucesso.

Novidades Bizâncio (Fevereiro)

rainha-sabamachosA Editorial Bizâncio, entre os seus lançamentos de Fevereiro, faz constar “A Rainha de Sabá”, de Marek Halter, um romance onde o autor revela a modernidade desta soberana.

Makêda era negra, bela e subjugava pelo espírito. Apesar de ser uma guerreira, impôs a paz sobre o reino de Sabá. Contudo, destacou-se na batalha do amor e da inteligência. Terá tido um filho com Salomão, rei de Judá e Israel, ao qual chamaram Mênêlik, o primeiro de uma longa linhagem de reis africanos.

“Não Me F**** o Juízo – Crítica da Manipulação Mental”, de Colin McGinn, é um livro de filosofia sobre a “psicofoda”, considerada pelo autor um aspecto predominante da sociedade contemporânea. Segundo a editora, “da antiga Grécia a Shakespeare e às técnicas modernas de controlo de pensamento, McGinn reúne os componentes deste complexo conceito — confiança, logro, emoção, manipulação, crença falsa, vulnerabilidade — e explora a sua natureza.”

“É Assim que Eu Gosto” é mais um título, o quinto, da colecção Gossip Girl, da autoria de Cecily von Ziegesar e dedicada ao público juvenil. A acção decorre na Upper East Side, de Nova Iorque, durante as férias da Páscoa, cheias de festas loucas, novas amizades e escândalos.

A nível de BD, a Bizâncio apresenta “Pérolas a Porcos 7 – Muito, Muito Machos”, de Stephen Pastis, onde reencontramos um rato muito macho e implicativo, um porco sensível, uma zebra sobrevivente e um bode inteligente. A eles juntam-se um violento e instável pato-de-guarda e dois crocs vizinhos.

Ainda em Fevereiro a Bizâncio relança a preço reduzido (7,5 euros) “O Quadro”, de Nina Schuyler, “Crepúsculo”, Katherine Mosby, e “John Lennon”, de Cynthia Lennon.

Correntes D’Escritas – Programa de 14 de Fevereiro

10h30 Auditório Municipal

9.ª MESA: Escritas no vento, a universalidade da literatura

Bruno Serrano

Eduíno de Jesus

Luiz Antonio de Assis Brasil

Manuel Rui

Margarida Vale de Gato

Nuno Júdice

Carlos Quiroga – moderador

 

16h00 Auditório Municipal

Sessão de Homenagem

Eduardo Guerra Carneiro – Vítor Quelhas

Eduardo Prado Coelho – Francisco Belard

Henrique Abranches – Ondjaki

José António Gonçalves – Luís Carlos Patraquim

Michel Laban – Luandino Vieira

Ramiro Fonte – Vergílio Alberto Vieira

Ray-Güte Mertin – José Manuel Fajardo

Luís Diamantino – moderador

 

17h00 Auditório Municipal

10.ª MESA: A Literatura é o sentido último das coisas

Hélia Correia

José Manuel Fajardo

Maria Teresa Horta

Miguel Real

Onésimo Teotónio de Almeida

Xosé Maria Alvarez Cáccamo

Maria Flor Pedroso – moderadora

 

19h00 Auditório Municipal

Encerramento

Entrega dos Prémios Literários Casino da Póvoa, Correntes d’ Escritas Papelaria Locus e Conto Infantil Ilustrado Correntes d’Escritas Porto Editora

“Nunca Te Perdi”, de Linda Howard, chega a 20 de Fevereiro

nunca_te_perdi1A Saída de Emergência lança a 20 de Fevereiro “Nunca Te Perdi”, romance da autora norte-americana Linda Howard, que já tem editado em Portugal “Um Beijo na Escuridão”. Trata-se da história de uma mãe que não desiste de encontrar o seu filho desaparecido, um tema bastante actual na nossa sociedade.

Linda Howard, nascida a 3 de Agosto de 1950, em Gadsden, Alabama nos EUA, é membro original da RWA (Romance Writers of America), fundada em 1981. Ao longo dos últimos vinte anos, graças aos seus mais de 40 romances editados, conquistou prémios como o B. Dalton Bestseller Award e o Romantic Times Magazine Reviewers.

Correntes D’Escritas – Programa de 13 de Fevereiro

Sessões nas Escolas

10h00

E.B. 2/3 Aver-o-mar

Filipa Leal e Pedro Teixeira Neves

Tema: O limite das palavras

 

Esc. Sec. Eça de Queirós

Adriana Lisboa, Ignacio del Valle, Jaime Rocha e Juan Carlos Mestre

Tema: É escritor quem tropeça nas palavras

 

Esc. Sec. Rocha Peixoto Ángela Vallvey,

Antonio Cicero, Casimiro de Brito e Uberto Stabile

Tema: A literatura rasga a realidade

 

10h30

E.B. 2/3 Cego do Maio, Penalves

António Ferra e Rui Vieira

 

E.B. 2/3 Rates

Luís Carlos Patraquim e Maria do Rosário Pedreira

Tema: O limite das palavras

 

10h30 Auditório Municipal

5.ª MESA: O Medo ou o fascínio do desconhecido

Andrea Blanqué

Jesus del Campo

Joaquim Arena

Miguel Anxo Fernan-Vello

Moacyr Scliar

Rui Machado

José Carlos de Vasconcelos – moderador

 

12h30 Casa da Juventude

Lançamento de Livros

“A Inexistência de Eva”, Filipa Leal, Deriva

“Ártico”, Xavier Queipo, Livrododia

“Dragona”, Xavier Queipo, Deriva

 

Sessões nas Escolas

15h00

Esc. Sec. Eça de Queirós

João Luís Barreto Guimarães, José Norton, Júlio Moreira e Karla Suarez

Tema: O risco das palavras

 

15h00 Auditório Municipal

6.ª MESA: É literatura tudo o que não é evidente

Antonio Garrido

Eugénio Lisboa

Liberto Cruz

Manuel Gusmão

Pedro Sena-Lino

Ivan Junqueira – moderador

 

Sessões nas Escolas

15h00

E.B. 2/3 Aver-o-mar

Guita Júnior e Nuno Higino

 

E.B. 2/3 Cego do Maio, Penalves

Amadeu Baptista e Ondjaki

Tema: O limite das palavras

 

Esc. Sec. Rocha Peixoto Hélia Correia,

Leonardo Padura, Possidónio Cachapa e Xavier Queipo

Tema: Sou do tamanho do que escrevo

 

17h00 Casa da Juventude

Lançamento de Livros

“69 poemas de Amor”, Casimiro de Brito, 4 Águas

“A Cabeça de Fernando Pessoa”, Luís Filipe Cristóvão, Ardósia

“Blues de Um Gato Velho”, Oscar Málaga Gallegos, Teorema

“Fértil Província I Desterrada”, Bruno Serrano, Yaganes

“O Mundo é a Nossa Casa”, Júlio Moreira, Guimarães

 

17h30 Auditório Municipal

7.ª MESA: Por onde me levam os livros

Antonio Orlando Rodriguez

Inês Pedrosa

Jorge Arrimar

José Mário Silva

Paula Izquierdo

Rui Costa

Vergílio Alberto Vieira – moderador

 

22h00 Auditório Municipal

8.ª MESA: A rua faz o livro

Eloy Santos

Fernando Pinto do Amaral

Francisco José Viegas

Gonçalo M. Tavares

Santiago Gamboa

Sergi Doria

Carlos Vaz Marques – moderador

Campo das Letras edita “Considerações Incertas”, de Filomena Vasconcelos

consideracoesincertasA Campo das Letras editou “Considerações Incertas – Ensaios sobre linguagem, literatura e pintura”, de Filomena Vasconcelos, uma homenagem simbólica a Einstein, que em 1905 publicou o revolucionário estudo sobre a relatividade restrita, e a Heisenberg, no célebre “Uncertainty Paper” de 1927.

Os ensaios de «Considerações Incertas» são, segundo a editora portuense, “textos de índole ‘incerta’ e ‘indeterminada’ quanto à natureza dos conteúdos que veiculam, no sentido amplo que os opõe aos dogmatismos das certezas e das verdades absolutas. São leituras sempre aproximadas e em aberto de problemas de linguagem, literatura e pintura, sobre os eixos oscilantes da poética, da retórica e da estética ocidentais, ao longo de mais de vinte e cinco séculos de história.”

A autora, Filomena Vasconcelos, é natural do Porto e professora de Literatura Inglesa e Teoria da Literatura da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Tem leccionado e dirigido a sua investigação nas áreas do pensamento da linguagem e da poética ocidental, bem como na Literatura Inglesa dos séculos XIX e XX.

Novidades Gradiva (Fevereiro)

ocidente_100lingua_100A Gradiva vai editar a 20 de Fevereiro “Transparência”, uma obra de Daniel Goleman, Warren Bennis e James O’Toole sobre o secretismo que reina em certos meios financeiros e empresariais.

No mesmo dia sai também “O Que é o Ocidente?”, de Roger-Pol Droit, um livro que pretende responder à pergunta: de que estamos a falar quando falamos de «Ocidente»? Trata-se de uma reflexão histórica e sociológica sobre o conceito «Ocidente» e a sua definição nos tempos actuais. De Sérgio Rodrigues sai “What Língua is Esta?”, uma série de crónicas bem-humoradas e bem fundamentadas sobre o estado da língua portuguesa do lado de lá do Atlântico. Ou será do lado de cá?…

Numa época em que muito se fala de Darwin, Paulo Renato Trincão edita “O Português que se Correspondeu com Darwin”, a história da relação que se estabeleceu entre o naturalista português Francisco de Arruda Furtado e o próprio Darwin, mas sob a forma de peça teatral. Ainda sobre esta temática temos “A Origem das Espécies – Uma Biografia”, de Janet Browne.

A Gradiva vai ainda lançar a 20 de Fevereiro “Análise Complexa”, de Natália Bebiano da Providência

Para os mais novos sai uma nova aventura da Bruxa Mimi, “O Tapete Voador da Mimi”.

A Gradiva vai ainda reeditar uma tiragem limitada de “O Cérebro da Broca”, de Carl Sagan.