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ASA lança em Maio «Destino: Frankfurt», de Agatha Christie, e «O Amante», de Marguerite Duras

A ASA lança a 14 de Maio mais um romance de Agatha Christie, intitulado Destino: Franfurt. Ainda em Maio, mas no dia 30, é editado o clássico O Amante, de Marguerite Duras, que ganhou o Prémio Goncourt, em 1984.

Destino Frankfurt – Agatha Christie
Durante uma escala no aeroporto de Frankfurt, o diplomata Sir Stafford Nye conhece uma misteriosa mulher que lhe confessa correr perigo de vida. Todavia, este não será o único encontro entre ambos. Já em Londres, os seus caminhos parecem cruzar-se constantemente e, de todas as vezes, a mulher tem uma identidade diferente. Sir Nye percebe então que se envolveu involuntariamente numa rede de espionagem internacional. Num mundo onde ninguém confia em ninguém e nada é o que parece, Sir Nye tem pela frente um inimigo poderoso… e invisível!

O Amante – Marguerite Duras
«Saigão, anos 30. Uma bela jovem francesa conhece o elegante filho de um negociante chinês. Deste encontro nasce uma paixão. Ela tem quinze anos e é pobre. Ele tem vinte e sete e é rico. Os amantes, isolados num mundo privado de erotismo e autodescoberta, desafiam as convenções da sociedade.
Enquanto ela desperta para a possibilidade de traçar o seu próprio caminho no mundo, para o seu amante não há fuga possível. A separação é inevitável e tragicamente cadenciada pelos últimos acordes da presença colonial francesa a Oriente.
A jovem é a própria autora e este é o relato exacerbado de uma paixão inquieta e dilacerante. De tão etérea, a sua realidade gravar-lhe-ia no rosto marcas implacáveis de maturidade. Para o mundo, fica uma obra que contém toda a vida.»

 

Trilogia Leviatã, de Scott Westerfeld, chega ao fim com «Golias»

ImagemLeviatã 3: Golias, terceiro e último volume da trilogia assinada por Scott Westerfeld, já está à venda, numa edição da Vogais.

Sinopse: «O emocionante final das aventuras de Alek e Deryn.
O Leviatã é forçado a desviar-se do seu percurso para resgatar Nicola Tesla, o inventor do Golias, uma máquina capaz de destruir cidades, e que ele usa como trunfo para impor a paz.
Quando é descoberto um plano secreto alemão para sabotar a máquina de Tesla, este ameaça dispará-la. Nessa altura depende de Alek e Deryn detê-lo, ou enfrentar o fim do mundo.
Com paragens no México, na Califórnia e em Nova Iorque, Alek e Daryn encontram aventuras e intrigas por onde passam: segredos desvendam-se, personagens reaparecem, e nada é o que parece.
Este é o espetacular final da trilogia! Batalhas aéreas emocionantes numa viagem àvolta do mundo recheada de perigos e… beijos ousados!»

Feliz Natal 2011

O Porta-Livros deseja a todos os seus leitores um Feliz Natal 2011. Beijos e abraços a quem passar por aqui :)

O Porta-Livros faz três anos. Obrigado a todos!

Bom-dia. Este blog completa hoje (15 de Dezembro) três anos. Por motivos profissionais, nas últimas semanas o Porta-Livros tem andado algo estagnado, mas para a semana fica prometido um regresso em força.
Obrigado a todos os que passam por aqui. (Sim, apesar de ultimamente a actividade do Porta-Livros ser tão reduzida, continuam a passar por aqui diariamente entre 800 e 900 visitantes.)

Obrigado a todos!

Rui Azeredo 

No fim de Agosto chegam novos livros de Miguel Real e Herta Müller

A Dom Quixote lança no final de Agosto, mais precisamente a 29, três novos títulos que abrem já boas perspectivas para a rentrée, pois são assinados por Miguel Real, pela “Nobel” Herta Müller e por um “estreante” em Portugal, o australiano Christos Tsiolkas, do qual já ouvi muitos elogios. Vejamos mais pormenorizadamente:

A Guerra dos Mascates – Miguel Real
«Recuperando e desenvolvendo a obra homónima de José de Alencar escrita no século IXI – da qual ressuscita personagens que cruza com ícones históricos e algumas das figuras permanentes dos seus «romances brasileiros» –, Miguel Real oferece-nos com A Guerra dos Mascates a narrativa de um confronto entre pequenos comerciantes e aristocratas que mobilizou a totalidade da população das cidades de Recife e Olinda no século XVIII.
Amor romântico e ódio colectivo, febre de fé e febre de dinheiro, dignidade social e vingança pessoal, conjugam-se na descrição de personalidades inesquecíveis do cândido ao malévolo para compor um romance deliciosamente irónico que confirma Miguel Real como um dos mais portentosos ficcionistas da actualidade.»

Hoje Preferia não Me Ter Encontrado – Herta Müller
«Na viagem de eléctrico que a leva às instalações da Polícia Secreta, hora marcada, dez em ponto, a jovem narradora vê a sua vida passada em revista: a infância na cidade de província, a fixação semierótica no pai, a deportação dos avós, o casamento ingénuo com o filho do “comunista perfumado”, a felicidade precária que vive com Paul, apesar do fardo que a bebida impõe ao amor que ela lhe dedica.
Quase chegada ao destino, levanta-se de repente uma altercação no carro eléctrico que leva o guarda-freio a saltar precisamente a paragem em que devia sair. Vê-se numa rua desconhecida, onde descobre Paul com um velho de aspecto suspeito. Decide então não comparecer ao interrogatório.»

A Bofetada – Christos Tsiolkas
«Durante um encontro de amigos, um homem dá uma bofetada a uma criança de três anos. Trata-se de um acto isolado, mas as suas repercussões vão fazer-se sentir nas vidas das oito pessoas que o testemunham de perto. As suas lealdades e paixões são postas à prova, redefinidas, extremadas. Para as oito personagens, aquele é um momento transformador. Uma a uma, as suas vozes vão dar início a uma caleidoscópica e inquietante viagem aos limites do amor, do sexo, do casamento e da família. Celebrado pela crítica e pelos júris dos mais importantes prémios literários, este é um livro fracturante e controverso.
A Bofetada, primeiro romance do autor a ser publicado em Portugal, vencedor do Commonwealth Prize e finalista do Booker Prize, será brevemente adaptado para televisão, no formato de série.»

«Victoria» – Knut Hamsun

Já se torna quase repetitivo, mas a verdade é para ser dita. A Cavalo de Ferro continua a brindar-nos com pequenas jóias que andavam esquecidas pelos editores nacionais e desta vez escrevo-vos sobre Victoria, um pequeno livro Knut Hamsun, escritor norueguês que em 1920 ganhou o Nobel e do qual já foram editados em Portugal Fome e Pan. Como se vê, a nível de títulos, parece parco em palavras e neste Victoria também o foi no resto, pois o romance não chega às 130 páginas. Mas as palavras foram escolhidas a dedo, pois as 125 páginas bastam para um excelente romance onde o tema do desencontro amoroso é abordado com um preciosismo que nos remete para paisagens e ambiente melancólicos de uma época distante.
Trata-se da típica história entre um rapaz de condição modesta e uma jovem de famílias ricas e de um estrato social inacessível ao primeiro. Ele chama-se Johannes e é filho de um moleiro. Ela é Victoria e pertence a uma família que em termos de fausto financeiro já conheceu melhores dias e que, portanto, se vê obrigada a casar com alguém que os salve da bancarrota. Este terceiro elemento é Otto. Conhecem-se todos desde pequenos, mas naturalmente cada um segue o seu caminho. Johannes vem a ser poeta e nunca esquece Victoria, que se torna a sua obsessão, apesar dos encontrso entre ambos serem escassos. Ela, tal como uma menina mimada, praticamente brinca com ele e com os seus sentimentos, mas na verdade não consegue esquecê-lo. Ele tenta tudo para ser aceite pela “entourage” dela, mas o dinheiro fala mais alto. Johannes refugia-se na sua poesia e na natureza, sentindo-se como peixe na água quando está no campo, tal como sucedia em criança, pois esse era o seu espaço de evasão, enquanto aspirava a uma vida melhor e a um amor puro. Mas nunca consegue dar o passo que o leve a passar a fronteira para o outro lado, para o mundo onde pode encontrar Victoria. Esta, volta e meia, desce ao mundo de Joahnnes, mas tão depressa lá surge como desaparece, não deixando rasto.
Tudo isto parece muito básico e previsível, estarão por certo a pensar, e não deixa de o ser, mas a verdade é que resulta numa obra belíssima, que prende o leitor, tornando o vulgar em irresistível, não só por estar bem escrito, mas principalmente por estar bem descrito e apresentado.
O “interior” das personagens está extremamente bem trabalhado e a grande densidade psicológica delas é um dos grandes trunfos (se não o principal) deste romance sobre o amor que sobreviveu ao tempo e que em boa hora chegou a Portugal.

Vencedor do passatempo Presença «A Casa da Sabedoria»

Arnaldo António Teixeira Oliveira Santos – Santo Tirso

Passatempo Editorial Presença – «A Casa da Sabedoria – Como os árabes transformaram a civilização ocidental», de Jonathan Lyons

O Porta-Livros tem para oferecer (em parceria com a Editorial Presença) um exemplar de A Casa da Sabedoria – Como os árabes transformaram a civilização ocidental, de Jonathan Lyons.
O vencedor será sorteado entre todos os participantes que respondam acertadamente (a partir deste momento e até às 23h59 de 22 de Junho) às três questões que seguem mais abaixo.
O nome do vencedor será publicado neste blog e o mesmo será avisado por e-mail.
Para encontrar as respostas certas basta, por exemplo, fazer uma pequena busca neste blog.

1 – Em que ramos florescia a cultura islâmica, enquanto a Europa permanecia adormecida?
2 – Quem viajou para oriente à procura de novos conhecimentos?
3 – Com que agência noticiosa colaborou o autor, Jonathan Lyons?

As respostas devem ser enviadas por e-mail para blogportalivros@gmail.com
Juntamente com as respostas, os participantes devem enviar os seus dados, nomeadamente: NOME, MORADA e E-MAIL.
O vencedor receberá oportunamente, por correio, o livro com que foi premiado.
Só podem participar residentes em Portugal.

Passatempo Editorial Presença – «A Casa da Sabedoria – Como os árabes transformaram a civilização ocidental», de Jonathan Lyons

O Porta-Livros vai realizar a partir das 11h00 de hoje (16 de Junho), em parceria com a Editorial Presença, um passatempo em que oferecerá um exemplar de A Casa da Sabedoria – Como os árabes transformaram a civilização ocidental, de Jonathan Lyons. Trata-se de “um estudo actual sobre a civilização ocidental e de como a sua sobrevivência dependeu, em vários aspectos, da cultura oriental”, explica a editora, que hoje o põe no mercado.

Presença lança a 16 de Junho «A Casa da Sabedoria – Como os árabes transformaram a civilização ocidental», de Jonathan Lyons – Passatempo aqui no Porta-Livros

A Editorial Presença lança a 16 de Junho A Casa da Sabedoria – Como os árabes transformaram a civilização ocidental, de Jonathan Lyons. Trata-se, indica a editora, de “um estudo actual sobre a civilização ocidental e de como a sua sobrevivência dependeu, em vários aspectos, da cultura oriental”. No dia 16 (quinta-feira) o Porta-Livros, em colaboração com a Editorial Presença, lança um passatempo relativo a esta obra, no qual será oferecido um exemplar da mesma.

Sobre o livro: «Enquanto a Europa permanecia adormecida no seu longo sono medieval, limitada a uma literacia rudimentar, a cultura islâmica florescia nos domínios da matemática, da filosofia, da astronomia. Sedentos de novos conhecimentos, alguns académicos cristãos viajaram para oriente e regressaram à Europa com tesouros de sabedoria que viriam transformar a ciência europeia e lançar os alicerces do Renascimento. Uma obra bem fundamentada, que recria com brilhantismo a época em que a Europa bebeu da fonte do conhecimento muçulmano.»

Sobre o autor: «Jonathan Lyons colaborou com a Reuters durante mais de vinte anos como correspondente e editor, maioritariamente em matérias relacionadas com o mundo islâmico. É doutorado em sociologia pela Universidade Monash, em Melbourne, Austrália. Vive em Washington D.C.»