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Trilogia Millennium ao raio X em «Os Segredos da Rapariga Tatuada», de Dan Burstein, Arne de Keuzer e John-Henri Holmberg

A 19 de Janeiro estreia em Portugal a tão aguardada versão de Hollywood de Millennium 1 – Os Homens Que Odeiam as Mulheres, filme realizado por David Fincher inspirado no livro de Stieg Larsson e que tem por protagonistas Daniel Craig e Rooney Mara. Quase em simultâneo saiu em DVD Millennium 3 – A Rainha no Palácio das Correntes de Ar, na versão sueca assinada por Daniel Alfredson, com as interpretações de Noomi Rapace e Michael Nyqvist. E ainda em simultâneo as Edições ASA lançaram Os Segredos da Rapariga Tatuada, um livro assinado por Dan Burstein (em parceria com Arne de Keuzer e John-Henri Holmberg) que aborda a obra do escritor sueco Stieg Larsson. É deste naturalmente que aqui falamos.
Trata-se, sem dúvida, de um excelente livro para quem quiser saber algo mais sobre a saga Millenium e para quem quiser ir mais fundo nos meandros obscuros da sociedade sueca do que o permitem as já de si complexas tramas da trilogia. Será mais fácil entender as preocupações de Stieg Larsson face à sociedade que habitava e de como isso o inspirou a escrever este tipo específico de romances, com muito de denúncia social.
Tem entrevistas (ou resumos e citações de entrevistas dadas a diversos media) com amigos, colegas de trabalho, a companheira de vida de Stieg, que fazem luz sobre o autor e a sua vida, o seu modo de trabalhar, os seus objectivos, obsessões, percursos percorridos e projecções dos que poderia seguir. Já na parte final do livro há uma curiosa entrevista com o pugilista Paolo Roberto, uma das poucas personagens reais que aparecem na trilogia.
Aborda, também, as teorias conspirativas de que a morte do escritor Stieg Larsson não terá sido casual (mais especificamente de ataque cardíaco) pois este estaria a incomodar muita gente com as suas investigações e escritos – há quem garanta, como vem descrito neste Os Segredos da Rapariga Tatuada, que as histórias narradas nos livros são baseadas em casos reais e que haveria ainda muita coisa por contar. (Diz-se que a ideia de Larsson seria escrever dez romances).
Não é esquecida, também, a possbilidade, nunca devidamente esclarecida, de haver um quarto volume da saga já em desenvolvimento.
As adaptações cinematográficas (tanto as suecas como a que está aí a chegar de Fincher) são também analisadas, nomeadamente através dos autores, com a ênfase naturalmente a ser dada à excelente (e convincente) interpretação que Noomi Rapace faz de Lisbeth Salander.
Nas páginas centrais, e como complemento à obra, há uma série de fotografias do próprio Stieg Larsson, desde a infância à sua morte, e dos locais na Suécia onde decorrem algumas das “cenas” da trilogia, assim como alusivas aos filmes e até a uma peça de teatro inspirados nos livros.
Um livro para verdadeiros fãs da trilogia Millennium (seja em formato papel ou “película”) que desejem aprofundar os seus conhecimentos sobre o homem que criou/denunciou este perturbante mundo sueco.

«A Ilha de Sukkwan» lidera lista dos melhores de 2011

Já vai um pouco tarde, mas penso que ainda a tempo. Ou seja, aqui está a lista dos dez melhores dez livros lidos em 2011 pelo Porta-Livros, muito bem comandada A Ilha de Sukkwan, do norte-americano David Vann, um livro arrebatador e intenso que foi editado entre nós pela Ahab.
No segundo lugar vem o belissímo livro de contos ilustrado Contos dos Subúrbios, do australiano Shaun Tan, uma edição de luxo da Contraponto à qual é impossível resistir. São contos para de uma beleza incrível, e muito bem ilustrados.
No terceiro lugar surge Os Demónios de Berlim, do espanhol Ignacio del Valle, o primeiro que li do autor e quem me deixou impressionado pela recriação dos últimos dias de Berlim na Segunda Guerra Mundial antes da chegada de americanos e soviéticos. Trata-se de uma perspectiva pouco habitual da guerra, disfarçada de thriller, que chegou até nós pela mão da Porto Editora.

Top 10
1.º A Ilha de Sukkwan – David Vann (Ahab)
2.º Contos dos Subúrbios – Shaun Tan (Contraponto)
3.º Os Demónios de Berlim – Ignacio del Valle (Porto Editora)
4.º O Dois Amigos – Kirmen Uribe (Planeta)
5.º Victoria – Knut Hamsun (Cavalo de Ferro)
6.º O Factor Humano – Graham Greene (Casa das Letras)
7.º O Amanhecer com Monstro Marinho – Neil Jordan (Cavalo de Ferro)
8.º No Meu Peito Não Cabem Pássaros – Nuno Camarneiro (Dom Quixote)
9. º Os Olhos de Allan Poe – Louis Bayard (Saída de Emergência)
10.º Vermelho Cor de Sangue – Pedro Garcia Rosado (ASA)

«O Meu Primeiro Guia de Viagens – Hello Kitty»

Ora as férias estão aí à porta e é hora de começar a preparar tudo para que as coisas corram na perfeição. E se tem filhos ainda crianças, mais cuidados deve ter. Se calhar, o melhor mesmo é deixá-los também tratar das férias, ou seja, darem o seu contributo na escolha dos lugares a visitar, seja no campo, na praia, na cidade. Provavelmente, estará a pensar: “Mas eles não conhecem nada, o que é que hão-de dizer?” Se calhar, está na hora de começarem a pensar em conhecer. E foi a pensar nisso que a Porto Editora lançou recentemente O Meu Primeiro Guia de Viagens, do universo Hello Kitty.
O livro, com 112 páginas profundamente ilustradas, destina-se a crianças com mais de seis anos e incide principalmente sobre Portugal, embora também dê algumas sugestões para viagens ao estrangeiro, sem esquecer, obviamente, a inevitável Disneyland de Paris. Os outros destinos “forasteiros” são Espanha, Alemanha, Reino Unido, Itália e Grécia, com ofertas que vão de monumentos a parques de diversões e zoos.
O guia está muito bem estruturado e montado de forma chamativa, com bons jogos de cores. Indica aspectos essenciais a ter em conta antes de se iniciar uma viagem, mostra como preparar a mala e como viajar em segurança e sugere ainda jogos e brincadeiras que deverão tornar a viagem menos maçadora e cansativa.
Depois, percorre Portugal de norte a sul, dividido nos capítulos Porto e Norte, Centro de Portugal, Região de Lisboa, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira, antes das já aqui referidas passagens pela Europa. Sobre cada terra ou região são apresentados breves dados históricos, tradições locais, pontos interessantes a visitar e alguns factos curiosos sempre capazes de despertar a atenção, como o nome dado aos habitantes de Guimarães, a lenda do galo de Barcelos ou a origem do nome do Castelo do Queijo. Por exemplo, sabia que o moliceiro é descendente dos barcos vikings? Ou que há esquilos em Monsanto?
No final do livro há ainda um espaço para um Diário de Viagem, onde é sugerido que as crianças façam desenhos, escrevam, colem fotos ou bilhetes, etc.
Para apreciar umas páginas tipo carregue aqui.
E caso, nas suas férias, haja algum tempo morto ou precise de um tempo só para si para descansar, a Porto Editora sugere também uns interessantes e didácticos livros da colecção Génio com jogos de lógica e de inteligência, que permitem desenvolver a memória, o raciocínio e a concentração. Enigmas para Resolver e Desafios Mentais trazem uma caneta electrónica que assinala as respostas correctas e pode ter a certeza de que há lá exercícios para os quais mesmo um adulto terá dificuldade em descobrir a solução.

Os vinte maiores vilões da literatura, segundo «L’Internaute – Livres»

O site francês L’Internaute – Livres elegeu os vinte melhores (ou piores) vilões da literatura, com nomes que vão desde Hannibal Lecter a Valdemort, passando por Drácula, Mr. Hyde, ou Sauron.
Os meus preferidos são Patrick Bateman, de Psicopata Americano, e o Barba Azul, criado por Charles Perrault. E os vossos? E quais poderiam também figurar na lista?
Confira e escolha aqui

Site L’Internaute apresenta 50 obras de leitura «obrigatória» e os campeões de vendas

O site francês l’Internaute, na sua secção Livres, apresenta esta semana a sua lista de cinquenta livros que deveriam ser lidos. Da lista, que pode ser consultada aqui, constam obras como O Estrangeiro, de Albert Camus, As Benevolentes, de Jonathan Littell, O Assassinato de Roger Ackroyd, de Agatha Christie, ou Submundo, de Don DeLillo.
Entretanto, o site aproveita para lembrar quais são os maiores best-sellers do mercado. Veja aqui a lista do clube dos milhões, onde entram nomes como Dan Brown, Paulo Coelho, Tolkien, J.K. Rowlings e Stephenie Meyer, ao lado de vultos como Tolstoi, Salinger e Isaac Asimov.

Um gato a andar de autocarro?

Às vezes aparecem uns livros aos quais não se dá a devida atenção pois achamos que não é aquilo que nos interessa ler na altura. Casper – O Gato-Viajante, de Susan Finden, entrava nessa categoria, por muito que goste de gatos e sempre tenha andado acompanhado desses felinos.
«Casper», o livro, não o gato, ali estava, pousado, à espera de um pouco de atenção. Não me incomodava, a capa é gira, tem coisas que sempre me agradaram à vista, um farol, uma mala de viagem. O certo é que foi despertando a atenção de quem passava: «O que é isto?», perguntavam. «É um livro sobre um gato que andava sozinho de autocarro», lá explicava eu, elucidado pela sinopse. «O quê?» – Realmente, dito assim a seco parece absurdo. E lá desenvolvia eu a explicação, dizendo que o Casper era um gato que, sem a dona saber, ia para a paragem do autocarro, esperava na fila no seu lugar e tinha já um lugar reservado pelos motoristas. E lá dava regularmente a sua volta pela cidade. Já toda a gente o conhecia, a dona veio a saber, a história chegou ao Facebook e daí conquistou o mundo. «Sim, é uma história verdadeira», reforçava eu.
Era o que bastava para aguçar o apetite. Lá pegavam no livro, liam histórias do gato, viam as fotografias dele no autocarro e até dos seus amigo, fossem eles humanos ou felinos.
E pronto, lá fiquei também eu curioso (como um gato) e fui espiolhar melhor a história deste felino viajante de Plymouth, em Devon, que chegou até nós através da Casa das Letras.
Portanto, se gosta de gatos, dê uma hipótese ao Casper, o gato-viajante.
Já agora, a autora decidiu entregar os lucros para ajudar animais abandonados.

As melhores leituras de 2010

Chegado o fim do ano de 2010 é chegada também a hora do habitual balanço. Foi difícil escolher o melhor livro por mim lido em 2010, pois entre o primeiro e o segundo da minha lista, respectivamente Sempre Vivemos no Castelo, de Shirley Jackson, e Por Favor não Matem a Cotovia, de Harper Lee, poucas diferenças encontrei a nível da excelência da escrita e da qualidade do enredo. E, para piorar as coisas, há entre as duas obras em questão uma série de pontos em comum: são ambas assinadas por escritoras norte-americanas, ambas decorrem em pequenas cidades da América rural e em ambas há uma casa misteriosa que domina a cidade – embora em Sempre Vivemos no Castelo o livro “parta” do interior da casa e em Por Favor não Matem a Cotovia seja o desconhecimento do que se passa no interior da casa que lance o romance. Acabei por optar por Sempre Vivemos no Castelo, embora nem consiga explicar bem o que determinou este desempate. Talvez o romance de Shirley Jackson, por não ser tão badalado, me tenha surpreendido mais. Seja como for, está feita a escolha.
O primeiro português é, sem grande surpresa, O Bom Inverno, de João Tordo, que em minha opinião confirmou todas as melhores expectativas. Destaque ainda para o terceiro lugar de Henrique Monteiro, com o para mim surpreendente Toda uma Vida. Manuel Alegre, felizmente, já não é uma surpresa, daí o seu segundo posto.

1.º Sempre Vivemos no Castelo – Shirley Jackson (Cavalo de Ferro)
2.º Por Favor não Matem a Cotovia – Harper Lee (Difel)
3.º Marina – Carlos Ruiz Zafón (Planeta)
4.º Verão – J.M. Coetzee (Dom Quixote)
5.º O Tesouro – Selma Lagerlöf (Cavalo de Ferro)
6.º O Bom Inverno – João Tordo (Dom Quixote)
7.º Derrocada – Ricardo Menéndez Salmón (Porto Editora)
8.º Milagrário Pessoal – José Eduardo Agualusa (Dom Quixote)
9.º O Miúdo que Pregava Pregos numa Tábua – Manuel Alegre (Dom Quixote)
10.º Deixa-me Entrar – John Ajvide Lindqvist (Contraponto)

Top 5 Livros Portugueses
1.º O Bom Inverno – João Tordo (Dom Quixote)
2.º O Miúdo que Pregava Pregos numa Tábua – Manuel Alegre (Dom Quixote)
3.º Toda uma Vida – Henrique Monteiro (Dom Quixote)
4.º Planície de Espelhos – Gabriel Magalhães (Difel)
5.º A Cidade do Medo – Pedro Garcia Rosado (ASA)

Já agora, desafio-vos a deixarem aqui as vossas opiniões sobre o que de melhor leram em 2010. Ou de pior, se preferirem :)


Porta-Livros comemora hoje (15 de Dezembro de 2010) o segundo aniversário

O Porta-Livros assinala hoje (15 de Dezembro de 2010) o seu segundo aniversário. Ainda não ganhou suficiente dimensão para organizar uma festa nos coliseus do Porto ou Lisboa, mas mesmo assim não podia deixar passar em claro a data. Até porque é com muito gosto que constato que o mural do Porta-Livros no facebook já está cheio de mensagens de parabéns. É impossível agradecer a todos “pessoalmente”, por isso aqui vai um OBRIGADO colectivo.
Começo os agradecimentos, naturalmente, por todos aqueles que já visitaram o blog, uma ou mais vezes. O número diário de visitas praticamente duplicou em relação ao ano anterior: 661 contra 350. Pronto, não é bem o dobro, mas de qualquer forma não está mau… até porque neste mês de Dezembro, até agora, a média vai em 988 visitas diárias.
Espero que tenham gostado de cá vir e voltem sempre! Uma palavra especial para os mais de 7500 amigos/fãs que seguem o Porta-Livros no facebook.
Renovo os agradecimentos feitos há um ano às editoras, a grande maioria delas sempre muito prestáveis, nomeadamente através do envio de livros (fico sempre com uma sensação de culpa por não conseguir ler todas as obras que me enviam) e da cooperação no contacto com autores para a realização de entrevistas.
Claro que tenho aqui de agradecer aos próprios autores a disponibilidade para conversar com o Porta-Livros. Gostaria que tivessem sido muitos mais. Nenhum até hoje recusou uma entrevista, eu é que não tenho tempo para mais. Não se esqueçam que isto é apenas um hobby! E faço “isto” sozinho :)
Agradeço igualmente aos blogs/sites “concorrentes”/colegas toda a divulgação que continuam a dar ao Porta-Livros.

Rui Azeredo

Não há festa, mas não podiam faltar os números.

As contas do 2.º ano!
Posts publicados – 656
Total de visitas – 230 100
Média semanal – 4 437
Média diária – 661
Mês com mais visitas – Novembro 2010 – 26 804

Posts mais visitados
Margarida Rebelo Pinto apresenta “O dia em que te esqueci” a 25 de Novembro
“No teu Deserto” – Miguel Sousa Tavares
Gailivro ataca 2010 com zombies e Christopher Paolini
“Nómada” – Stephenie Meyer
“Homens que Matam Cabras Só com o Olhar” e “Projecto Lazarus” entre as novidades de Janeiro da Civilização

Críticas mais visitadas
1.º - “No Teu Deserto” – Miguel Sousa Tavares/Oficina do Livro
2.º - “Nómada – Stephenie Meyer/Gailivro
3.º - “A Invencão de Hugo Cabret” – Brian Selznick/Gailivro
4.º - “O Mágico” – Michael Scott”/Gailivro
5.º - “Meio Sol Amarelo” – Chimamanda Ngozi Adichie/ASA

“A Caminho de Kandahar” – Jason Burke

A Caminho de Kandahar, de Jason Burke, é um interessante livro que nos permite conhecer melhor uma região do globo que, infelizmente, nos chega diariamente a casa pelos piores motivos. É, naturalmente, um livro sobre a guerra, mas, mesmo isso, permite-nos conhecer melhor aqueles povos, pois é ou não verdade que é em situações extremas que nos revelamos mais genuinamente? Além disso, o autor não se limita a relatar factos, pois expõe também as suas vivências pessoais e, até, os seus próprios sentimentos.
A Caminho de Kandahar, editado pela Europa-América, oferece uma boa perspectiva sobre o mundo islâmico, permitindo assim conhecer melhor a génese dos problemas do Médio Oriente e, em particular, do radicalismo islâmico.
A “viagem” de Jason Burke pelo “mundo islâmico” começou no Verão de 1991, quando se juntou aos guerrilheiros curdos que combatiam no Iraque. A partir daí passou pelo Saara e foi até aos Himalaias. Entretanto, visitou o Paquistão, o Afeganistão, a Argélia e o Sudeste Asiático. Durante a sua jornada falou com centenas de pessoas pertencentes aos vários lados das várias guerras que “visitou”, ou aqueles que apenas tiveram o azar de viver no sítio onde o conflito se instalou.
Este livro-reportagem é o relato bem conseguido de tudo o que foi encontrando, das peças que foi juntando, sempre com a guerra, a morte, o ódio e fanatismo como pano de fundo. Quem ler este livro poderá perceber melhor, através de uma linguagem clara de jornalista, o mosaico islâmico, ou seja as grandes diferenças que há de comunidade para comunidade.
Burke incide grande parte do seu livro nas consequências que teve a investida dos EUA no pós-11de Setembro sobre a Al-Qaeda, pois isso acabou por abrir a possibilidade a outros estados e comunidades de estarem mais “à vontade” para seguirem o seu caminho dúbio. Os holofotes centrados na Al-Qaeda deixaram na sombra muitas acções violentas e corruptas cometidas em outras regiões, muitas vezes por governos cooperantes com americanos & Cia.  
Por isso, Burke é crítico do militarismo ocidental, considerando, nomeadamente, que deviam ser tidas em conta outras abordagens ao problema que não passassem pelas habituais intervenções militares.

Princesa Poppy “ataca” em três formatos

A Booksmile lançou mais uma série de títulos, em três formatos diferentes, da bem-sucedida colecção Princesa Poppy: livros para maiores de 4 anos (Casamento de Sonho e Brilha no Palco), para maiores de sete (Sonhos de Ballet e O Desfile de Moda) e actividades (Poppy na Quinta). A autora desta colecção é Janey Louise Jones.
O Porta-Livros já teve a oportunidade de “experimentar” os três formatos e não tem dúvidas de que irão agradar às fãs de histórias e aventuras de pequenas princesas e do seu mundo cor-de-rosa. Os desenhos são extremamente agradáveis, as histórias cumprem plenamente a sua missão de entretenimento, sem esquecer uma componente didáctica, e tudo isto junto (mais os preços acessíveis) garante momentos de prazer à criançada.

SOBRE OS LIVROS

Casamento de sonho
«A Poppy e a Mel estão ansiosas pelo casamento da Dedal. Vão ser as meninas das flores, e ambas têm lindos vestidos para usar! Mas, mesmo antes do casamento, acontece um desastre, e Poppy é a culpada! Será que ela é capaz de fazer a coisa certa para que o dia de casamento da Dedal seja um dia perfeito?»

Brilha no palco
«A Poppy está a montar uma peça de teatro. Mas preparar bilhetes, roupas e uma história dá muito trabalho! A sua melhor amiga Mel e os primos Eduardo e Margarida também vão participar. Quando a Poppy se torna muito mandona, todos s deixam de querer brincar com ela.»

Poppy na Quinta
«A Poppy gosta muito de ajudar o Sr. Ulmeiro e a mulher a tratarem da Quinta da Cevada. Mas algumas imagens deste bonito livro estão em falta. Usa os 75 autocolantes coloridos que encontras nas páginas centrais e cola-os no sítio certo para completares a história. Diverte-te!»

O Desfile de Moda
«A Poppy e a Dedal estão na Semana da Moda de Nova Iorque.Têm uma agenda cheia, que inclui desfiles de moda e uma excursão pela cidade. Mas quando a Poppy encontra a supermodelo brasileira Binha Quintal a chorar, compreende que neste universo também existe um lado negro. Conseguirão elas triunfar na capital da moda?»

Sonhos de Ballet
«A Poppy e a Mel ficam radiantes quando a Madame Asa d’Anjo decide dar-lhes aulas suplementares de ballet. No início tudo corre muito bem, mas a Poppy começa a sentir que o ballet está a invadir a sua vida, e acaba por desistir. Como a Mel resolve continuar nas aulas e deixa de ter tempo para a sua melhor amiga, a Poppy sente-se muito triste.»