Já nas livrarias «A Grande Arte» de Rubem Fonseca

A Sextante acabou de lançar A Grande Arte, do escritor brasileiro Rubem Fonseca, numa edição que tem um prefácio do secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, e um posfácio do vencedor do prémio Nobel da Literatura, Mario Vargas Llosa. Trata-se, segundo a editora, de um romance sobre “o crime nas altas esferas sociais e no bas-fond do Brasil, assassinos profissionais, um advogado vingador e a “grande arte” de manejar uma arma branca.
Rubem Fonseca, que em 2003 venceu o Prémio Camões, já viu editados pela Sextante Editora os romances O seminarista e Bufo & Spallanzani, este último finalista do Prémio Literário Casino da Póvoa/Correntes d’Escritas.

Sobre o livro: «O assassinato de duas prostitutas, no Rio de Janeiro, que, de início, parece obra de um maníaco sexual, abre uma caixa de Pandora de onde vão brotando, no decorrer de uma ação trepidante, as complexas ramificações de um tenebroso sindicato do crime. A história passa-se em boîtes e bares sórdidos, em sumptuosas mansões do Rio, em vilarejos da fronteira entre a Bolívia e o Brasil, onde reinam a cocaína e o crime, bem como na interminável viagem de um comboio que percorre metade do Brasil com couchettes que rangem sob o peso de casais fazendo sexo.»
Do posfácio de Mario Vargas Llosa

«É necessário que A Grande Arte seja lido e relido, aberto em qualquer página a meio da noite, fechado com irritação ou anotado nas margens, como um código.
[…]
Enfim, A Grande Arte é um livro quase perfeito. O seu único defeito é ter um último capítulo. Um livro assim não pode terminar, bem vistas as coisas.»
Do prefácio de Francisco José Viegas

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