José Sócrates e presidente de Moçambique entregam Prémio Leya a João Paulo Borges Coelho a 4 de Março, em Maputo

O escritor moçambicano João Paulo Borges Coelho recebe a 4 de Março, em Maputo, das mãos do presidente de Moçambique, Armando Guebuza, e do primeiro-ministro de Portugal, José Sócrates, o Prémio Leya 2009, conquistado com o seu livro O Olho de Hertzog. A cerimonia terá lugar às 19h00 na Embaixada de Portugal em Maputo. O livro chega às livrarias portuguesas a 5 de Março, com a chancela Leya, e na mesma altura às livrarias moçambicanas, com a chancela da editora Ndjira.

Sobre o livro: «O Olho de Hertzog é um romance policial que conta a aventura do oficial alemão Hans Marenholz, em 1919, no Moçambique do pós-Grande Guerra. História de heroísmo e de esperança, foi descrito pelo júri do Prémio Leya como um romance “de grande intensidade” e “que nos restitui o contexto histórico dos combates das tropas alemãs contra as tropas portuguesas e inglesas na I Guerra Mundial, na fronteira entre o ex-Tanganica e Moçambique, o confronto entre africânderes e ingleses, a emigração moçambicana para a África do Sul, a reacção dos mineiros brancos, as primeiras greves dos trabalhadores negros e a emergência do nacionalismo moçambicano, nomeadamente através da imprensa e dos editoriais do Jornalista João Albasini”.

João Paulo Borges Coelho, nascido no Porto em 1955 mas desde criança a viver em Moçambique, é um dos mais destacados escritores moçambicanos, tendo sido já galardoado com o Prémio José Craveirinha com o seu romance As Visitas do Dr. Valdez.

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One response to “José Sócrates e presidente de Moçambique entregam Prémio Leya a João Paulo Borges Coelho a 4 de Março, em Maputo

  1. Na verdade, o Sr. Primeiro Ministro talvez não saiba que está a participar numa campanha publicitária de um prémio supostamente organizado para descobrir novos talentos, feito em prova cega. Contudo, tal não acontece. Falo na primeira pessoa, enquanto um dos oito concorrentes finalistas ao prémio 2008, 6 brasileiros e dois portugueses. No dia seguinte ao anúncio do prémio, fui contactado para me informarem que queriam publicar o meu romance, e até hoje.
    É assim que o gurpo Leya apoia os concorrentes. Depois de aberto o envelope do anonimato, o meu tinha o pseudónimo de Sebastião José, com o título de “Quinto Império do Mundo”; depois de verem que afinal o contemplado na prova cega é novato, não é conhecido, não dá certezas de dar lucro, rapidamente se esquecem das boas intenções com que o prémio foi criado.
    Bem haja à Leya pelo apoio que este prémio Leya tem dado aos autores portugueses, até à data ainda não publicou nenhum. Minto, saiu um, mas desse esconderam que tinha sido finalista (talvez não fosse do desejo do seu autor). Muito estranho na verdade: ou não valemos nada, ou não concorremos, ou outros valores mais altos se levantam.
    Carlos Maduro

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